
domingo, 9 de mayo de 2010
¿Qué Europa hemos creado?

miércoles, 5 de mayo de 2010
Um Presidente Poeta: Manuel Alegre

viernes, 23 de abril de 2010
Reescribir la historia de las guerras


Para melhor? Sem dúvida, ainda que os tempos que correm não sejam propícios a grandes comemorações.
É um facto, mas nós não desistimos na teimosia de evocar o Dia da Liberdade, o primeiro dia do fim da guerra, o dia da abertura de novos horizontes para uma vida mais feliz.
Fazemo-lo com a convicção de que só à volta dos valores que nos levaram a essa maravilhosa gesta, conseguiremos ultrapassar as enormes dificuldades existentes.
La Guerra Colonial llevó, entre otras muchas razones, al 25 de abril de 1974, basta ver la amplia base documental de la Associação 25 de Abril tiene sobre la misma: documentos. En España las heridas de la Guerra Civil siguen abiertas por los que la ganaron y siguen pensando que este país les pertenece. Desde la derecha cavernícola a los líderes y lideresas, en especial Doña Esperanza Aguirre y Gil de Biedma (que es hasta Condesa Consorte de Murillo y Dama del Imperio Británico), plumillas y plumíferos como Amando de Miguel, Pio Moa y ahora el notable baranda de Jesús Neira. Este defensor de mujeres maltradas y líder mediático publica hasta libros y dice lindezas como que: la Constitución es una "anormalidad antidemocrática" y la transición una "ampliación del Movimiento Nacional" , llegando al paroxismo cuando propone la ilegalización de los socialistas y los nacionalistas por ser enemigos de la democracia. Merece la pena visitar blogs.que.es para ver por donde se cantea el nota.
domingo, 14 de marzo de 2010
¿Pensiones públicas o privadas?

domingo, 28 de febrero de 2010
Harto ya de estar harto
Cada día me siento más harto de exégetas, de equilibristas, de trileros, de personajes que se creen con la autoridad de decirte como debes ser, actuar, comportarte. Te dicen que eres viejo, que tus ideas están caducas, que no te comportas como debes.viernes, 19 de febrero de 2010
Por su dedo lo conoceréis

domingo, 7 de febrero de 2010
¿Hacia donde vamos?
Todos los años se celebra el Foro Económico Mundial y este año a Davos ha asistido, por primera vez, el Presidente del Gobierno de España. Me parece que la visita a tan selecto Foro es inoportuna dado los tintes dramáticos que adquiere la crisis en España y menos a un Foro donde no hay nada que decir ni nada que aprender que no sepámos.Hace unos meses escribía Nicolás Sartorius que lo que se necesita es "modificar la dirección de la historia de España en términos económicos" y que ello "exige un nuevo contrato y unas nuevas reglas. Un contrato donde se especifique lo que cada parte debe aportar -y no realidades frente a promesas- y nuevas reglas que impidan, en lo posible, que se repita dentro de un tiempo el mismo desastre, acrecentado" (EL PAIS 28-10-2009).
domingo, 31 de enero de 2010
Socialismo para el siglo XXI

sábado, 23 de enero de 2010
Cooperantes y comerciantes
domingo, 17 de enero de 2010
Munilla y sus pesadillas
miércoles, 6 de enero de 2010
Derechos y Peajes


miércoles, 23 de diciembre de 2009
Las uvas de la ira

sábado, 12 de diciembre de 2009
Cambiar las cosas

Sou um militante do Partido Socialista. E sou, como se sabe, um homem de esquerda. Mas sou, acima de tudo, um português preocupado com a sua pátria, palavra que gosto de dizer e que escrevo desde o meu primeiro livro, porque sempre entendi que não devíamos deixar que a ditadura do Estado Novo dela se apropriasse.
A sociedade portuguesa está dividida e crispada. A desconfiança e a descrença imperam. A maledicência, a suspeita e o insulto substituíram o debate de ideias e projectos. Deixou de haver um sentimento de esperança, um golpe-de-asa, um desígnio maior que una e crie harmonia entre os portugueses.
Sobram o sectarismo e a mesquinhez, faltam a generosidade e a grandeza necessárias para nos unirmos em torno de um propósito comum. Sem truques, sem falsas ilusões, mas também sem descrença e fatalismo.
Acima dos sectarismos, das corporações, dos clubes, dos lobbies, das capelinhas e interesses particulares, está a democracia e está Portugal, está a crença em valores comuns, na qual acredita a maioria dos portugueses: os valores da decência e do trabalho honesto, da liberdade e da confiança nas nossas instituições, da justiça e da fraternidade, e da absoluta necessidade de sermos capazes de construir uma prosperidade equitativamente partilhada, ao alcance e para benefício de todos os portugueses.
Os portugueses estão cansados dos profetas da desgraça, daqueles que estão constantemente a decretar o fim iminente de Portugal. Há quem faça disso, em Portugal, uma profissão. Há quem deva o seu estatuto entre nós ao facto de estar constantemente a passar atestados de doença terminal à democracia e ao nosso país.
Mas nada disto é novo. Profetas da desgraça já houve muitos, em todas as épocas da nossa história. E, no entanto, passaram mais de oito séculos e ainda cá estamos.
Portugal é uma magnífica obra da vontade humana. E enquanto for essa a vontade do nosso povo, Portugal continuará a existir. Mesmo contra a vontade de alguns grandes interesses privados, que em vários momentos da nossa história foram “entreguistas”.
Eu não tenho dúvidas sobre a força dessa vontade do nosso povo. Olho à minha volta e vejo patriotas. Vejo gente com vontade de dar a volta a isto. Gente com esperança, que não se conforma e que está disposta a lutar por um país melhor, de que nos orgulhemos e que possamos legar aos nossos filhos, um país mais justo e mais fraterno, mais próspero e mais decente do que o país em que vivemos hoje.
E de onde vem essa força? Vem de dentro de cada um de nós. A nossa força – a força de Portugal – vem do poder dos cidadãos.
- Vem das pequenas e médias empresas que constituem a espinha dorsal da nossa economia, do nosso tecido produtivo, criando riqueza e garantindo a maioria dos empregos do sector privado;
- Vem dos empresários que apostam na inovação, na qualificação e que não abdicam da sua responsabilidade social, pautando a sua actividade económica pela exigência da ética nos negócios e pelo estrito respeito da Lei;
- Vem dos nossos trabalhadores, que podem ser os mais produtivos da Europa (como acontece com os nossos emigrantes no Luxemburgo);
- Vem dos nossos professores – sobretudo do ensino público -, de quem esperamos que eduquem os nossos filhos e netos com rigor e exigência, em nome não das estatísticas, mas da igualdade de oportunidades e do imperativo de formar cidadãos cultos e preparados;
- Vem dos nossos funcionários públicos, que servem o Estado, pagam os seus impostos e merecem ser considerados, em vez de serem apontados como o bode expiatório de todos os males deste país; - Vem dos médicos, enfermeiros e auxiliares que, por vezes em situações muito difíceis, trabalham pelo Serviço Nacional de Saúde;
- Vem da nossa velha e experiente diplomacia, sempre capaz de colocar Portugal, graças à sua história, língua e cultura, acima do seu peso em termos económicos e demográficos;
- Vem das nossas forças armadas, a quem devemos a restituição da liberdade e da democracia, cuja história e tradição praticamente não têm par em países de semelhante dimensão, e que hoje, para além da defesa da soberania, através das missões no estrangeiro, emprestam credibilidade e consistência à nossa política externa;
- Vem de movimentos e organizações de voluntariado que todos os dias combatem a pobreza nos seus aspectos mais extremos;
-Tem de vir da nossa justiça, de uma justiça independente, imune às pressões, tanto do poder político e económico como das tentações corporativas, uma justiça que garanta a separação de poderes, que restaure a credibilidade das instituições, que permita o funcionamento da economia e que devolva aos portugueses a convicção de que vivemos num Estado de direito, em que há absoluta igualdade dos cidadãos perante a lei.
Esta é a nossa gente. Estes são os problemas concretos das pessoas concretas do nosso país. É neles que é preciso pensar. Sobretudo nos que mais precisam: nos desempregados, nos que se encontram em trabalho precário, nos reformados, nos deserdados da vida, nos jovens, mesmo os melhores, que estão desencantados e sem perspectivas. É para eles e sobre eles que se deve debater na AR, com uma cultura democrática de negociação, da parte de todos, governo e oposições. Não há problema em haver discussões fortes no parlamento. Isso é próprio da democracia. E sempre é melhor um parlamento em que se discute do que não haver parlamento nenhum ou então a caricatura que havia na ditadura. Simplesmente : na situação actual é bom que se discuta o que merece ser discutido.
A crise mundial está longe de estar resolvida. As grandes instâncias mundiais, OCDE, Banco Mundial, FMI, Banco Central Europeu, parecem mais empenhadas em preservar o sistema que provocou a crise do que propriamente em resolvê-la. O Mundo está sem modelo. É incompreensível que perante a falência da ideologia neoliberal, as forças de esquerda na Europa não sejam capazes de encontrar novas soluções e novos caminhos ou, pelos menos, de defender o Estado Social que é a sua principal criação. Portugal tem a sua própria crise, agravada pela crise mundial. Os tempos estão difíceis. E podem vir tempos piores. Tempos que exigem coragem, verdade e imaginação.
Será que as esquerdas do nosso País, para além das diferenças dos seus projectos, não serão capazes de fazer um esforço para encontrarem um denominador comum à volta das questões essenciais como as políticas públicas, na educação, na saúde, na segurança social, na fiscalidade, na repartição dos rendimentos, enfim, no respeito pelos direitos sociais consagrados na Constituição?
Será que, tal como em outros períodos históricos, nomeadamente o 25 de Abril, não seremos capazes de ser de novo precursores e descobrir novos caminhos que dêem outro sentido à democracia e outra esperança aos portugueses?
Este é tempo de repor o primado da política e da solidariedade sobre os egoísmos e os grandes interesses.
Este é tempo de uma nova atitude, um novo sentido da responsabilidade e de novas respostas sociais, éticas e políticas. Para que o agravamento da crise, o aumento do desemprego, das desigualdades e das tensões sociais não venha a afectar-nos a todos e a suscitar a questão da própria legitimidade do sistema político.
O que hoje se pede aos políticos não é que se refugiem no silêncio, nem em habilidades tácticas ou querelas artificiais. O que se lhes pede é verdade, sentido da responsabilidade, vontade de mudança.
Para além das diferenças, há um objectivo que deve unir todos os portugueses : esse objectivo é Portugal.
Esse combate vale a pena e chama por nós. Para mudar, não para que tudo continue na mesma. Basta ter esperança e acreditar no nosso poder, no poder dos cidadãos. Porque Portugal não é só de alguns, Portugal é de todos.
Manuel Alegre.
Bien merece la pena pensar y reflexionar sobre las palabras del poeta socialista.
martes, 8 de diciembre de 2009
Los Buches de las gallinas


sábado, 28 de noviembre de 2009
América está gritando


viernes, 20 de noviembre de 2009
Por sus obras los recuerdan


Hoy es 20-N y los dolientes, deudos, plañideras y aguerridos mocetones de nuevo fuste, acompañados como siempre por las bendiciones de aquella que defiende un credo que refleja la única "fe verdadera", van a celebrar como suelen, estaría bueno que no lo hicieran, con multitud de actos públicos, privados y en ese ignominioso "Valle de los Caídos por Dios y por España" las honras debidas a los dos personajes más importantes que ha dado la historia de España, que junto a Isabel y Fernando, tanto montan uno como el otro, para recordar a esta España rota, descerebrada, laicista, asesina de fetos, anticatólica y gobernada por una chusma de rojos apesebrados que siguen más vivos que nunca.
viernes, 6 de noviembre de 2009
La GM ya no vende
Con el dinero del Gobierno de los United States of América y la facilidad con que el capitalismo chupa la sangre y la liquidez a quien se le ponga por delante, un baranda llamado John Smith, que es el Vicepresidente de la nueva multinacional yankee General Motors Company que pasó de llamarse General Motors Corporation a Motors Liquidation Company cuando se declaró en quiebra y estaba dispuesta a liquidar la empresa y poner en la p.. calle a más de 350.000 trabajadores en sus plantas en más de 33 países, ha dicho que la OPEL ya no se vende a la empresa canadiense MAGNA y al Banco Ruso Sberbank.miércoles, 28 de octubre de 2009
Estos nunca estarán en crisis

jueves, 15 de octubre de 2009
Caballero si a Lanzarote ides.....

viernes, 2 de octubre de 2009
¿Corazonadas?


que lo hundieron, de banqueros que se prejubilan a los 50 años con cantidades que una mínima parte permitirían salir de la hambruna a millones de seres, pero la fiesta es de los espabilados, de los nigromantes, de los que tienen sus patrimonios en las SICAV, en paraisos fiscales y en la ingeniería financiera.







