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viernes, 23 de abril de 2010

Reescribir la historia de las guerras





Un años más la Avenida da Liberdade de Lisboa acoge la manifestación del 36 aniversario del 25 de abril. Allí estaré desde las 14 horas(una hora menos en España). Foi há 36 anos que mudámos radicalmente Portugal.
Para melhor? Sem dúvida, ainda que os tempos que correm não sejam propícios a grandes comemorações.
É um facto, mas nós não desistimos na teimosia de evocar o Dia da Liberdade, o primeiro dia do fim da guerra, o dia da abertura de novos horizontes para uma vida mais feliz.
Fazemo-lo com a convicção de que só à volta dos valores que nos levaram a essa maravilhosa gesta, conseguiremos ultrapassar as enormes dificuldades existentes.
La Guerra Colonial llevó, entre otras muchas razones, al 25 de abril de 1974, basta ver la amplia base documental de la
Associação 25 de Abril tiene sobre la misma: documentos. En España las heridas de la Guerra Civil siguen abiertas por los que la ganaron y siguen pensando que este país les pertenece. Desde la derecha cavernícola a los líderes y lideresas, en especial Doña Esperanza Aguirre y Gil de Biedma (que es hasta Condesa Consorte de Murillo y Dama del Imperio Británico), plumillas y plumíferos como Amando de Miguel, Pio Moa y ahora el notable baranda de Jesús Neira. Este defensor de mujeres maltradas y líder mediático publica hasta libros y dice lindezas como que: la Constitución es una "anormalidad antidemocrática" y la transición una "ampliación del Movimiento Nacional" , llegando al paroxismo cuando propone la ilegalización de los socialistas y los nacionalistas por ser enemigos de la democracia. Merece la pena visitar blogs.que.es para ver por donde se cantea el nota.
Me preocupa seriamente el revisionismo que cala en esta sociedad esclerotizada y amedrentada, temerosa, desnortada, con una facilidad supina. Poco se hace desde la izquierda para combatir este rebrote de las raíces sociológicas del revisionismo que están muy enraizadas en esta sociedad que no hizo ninguna Revolución y que hizo una Transición que nunca he compartido.
Enric Sopena en su diario digital El Plural recoge las sandeces de Amando de Miguel en Tele Espe.
Del revisionismo al NEGACIONISMO solo hay un paso y estos barandas está tan crecidos que cualquier día lo van a dar y nos narrarán la primicia de que Franco fue el introductor de la DEMOCRACIA en España. Cuando se sobrepasan todas las líneas rojas no queda más remedio que actuar contra el cinismo y no estar a la defensiva.
Entres Falangistas, Legionarios de Cristo, curas pedófilos, sindicatos de MANOS LIMPIAS, palanganeros, fachas de toda la vida y demás fauna y flora este país puede ponerse complicado. Para airearme y recuperar fuerzas a celebrar el 25 de abril en mi otro país. Allí con sus problemas, sus crisis, aún late vivo el espíritu de los cravos vermelhos.
Os espero en Lisboa el 25 de abril e traz outro amigo, também! Venham mais cinco.

martes, 21 de abril de 2009

35 anos de liberdade





Na minha qualidade de socio correspondente número 4 da Associação 25 de Abril assino o "apelo à participação" na manifestação do 25 de Abril, na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Dito APELO lançado pela Associação 25 de Abril, que organiza todos os anos a manifestação, mereceu a concordância do PS, o partido do Governo, e por alguns dirigentes da chamada "ala esquerda", a começar por Manuel Alegre, e pelo fundador do partido Mário Soares. Outros subscritores são o PCP, Bloco de Esquerda, Verdes, as duas centrais sindicais, CGTP e UGT, JS e JCP, entre outros.
Mais de 600 personalidades de várias tendências de esquerda que assinam o documento. A lista completa-se com figuras como o líder do PCP, Jerónimo de Sousa, o Nobel da Literatura José Saramago, Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP, ou ainda Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda. Do PS os nomes somam-se: o líder parlamentar, Alberto Martins, a eurodeputada Ana Gomes, o presidente do partido Almeida Santos, o ex-líder Ferro Rodrigues, ou ainda o vereador lisboeta Marcos Perestrelo, e os deputados Vera Jardim e Vitalino Canas. Entre os apoiantes deste "apelo à participação" contam-se ainda o ex-líder do PCP Carlos Carvalhas, os capitães de Abril Vasco Lourenço e Otelo Saraiva de Carvalho, que reclamam "o direito inalienável à pluralidade das suas opiniões".
É tempo de refletir, de pensar, de responder à crise, facer um apelo a "novos paradigmas comportamentais e políticos". "Ultrapassada a tempestade, nada poderá ficar na mesma". O "sistema capitalista" parece "ter entrado em ruptura". Há "direitos conquistados durante gerações, pelos trabalhadores" que foram "gradualmente postos em causa". A crise económica mundial está a ter consequências em Portugal, onde os seus efeitos se somam às "vicissitudes de antigos desequilíbrios estruturais que vêm de muito longe e persistem".
Tudos nós temos que estar as 15.30 horas no día 25 no Rossio-Marqués de Pombal no desfile, depois de ter inaugurado o Monumento a nossa historia revolucionaria as 14 horas no Jardím Amália Rodrigues, cruzamento Marqués de Fronteira e Rua Castilho, meresce a pena lá estar.
¡ 25 de Abril sempre, mas com o povo !

sábado, 26 de abril de 2008

Mais um dia de liberdade


A Associação 25 de Abril (A25A) tem mais de 25 anos.Fundada em 21 de Outubro de 1982 por oficiais dos quadros permanentes, desde o início abriu a qualidade de sócios efectivos aos restantes militares profissionais. Também desde o início se abriu a possibilidade de associação aos cidadãos não militares. No día 4 de abril de 2008 decorreu no Coliseu dos Recreios de Lisboa o programa Vozes de Abril como o Programa destinado a prestar homenagem a todos aqueles que através do seu contributo artístico ajudaram a criar condições para que a liberdade fosse conquistada para Portugal.
No día 29 de Março de 1974, mesmo no Coliseu dos Recreios, tive lugar o "Primeiro Encontro da Canção Portuguesa". Pedro Laranjeira conta a verdade daquela data. Zeca Afonso participa no Encontro, onde a censura não lhe permite cantar mais do que duas canções: «Milho Verde» e «Grândola Vila Morena». Menos de um mês depois, a 25 de Abril, esta era a senha do Movimento das Forças Armadas para o início da que ficaria para a história com o nome único de Revolução dos Cravos.
Na noite do 24 jantar convívio comemorativo do 25 de Abril na antiga FIL em Junqueira, ontem desde o Pombal até o Rossio a hora certa.
Foi mais um día de liberdade.