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martes, 15 de enero de 2008

O Solitário já voltou


O assaltante espanhol conhecido como O Solitário foi hoje entregue por agentes policiais portugueses a congéneres espanhóis numa operação que decorreu "com normalidade" no Centro Penitenciário de Elvas.
Por questões de segurança, a operação de transferência de Jiménez Arbe decorreu na cadeia portuguesa poucos antes das 13:00.

Desde o início da manhã vários jornalistas tinham-se concentrado no antigo posto de controlo fronteiriço em Caia, local normalmente usado pelas polícias dos dois países para este tipo de transferência.
No entanto, e apesar do forte dispositivo de segurança na zona, a operação acabou por decorrer no centro prisional de Elvas.

O Solitário, que as autoridades portuguesas entregaram hoje - por um período de dois meses - às congéneres espanholas, passará a noite numa cadeia de Madrid antes de ser transferido para um centro prisional em Saragoça.

Só na quarta-feira Arbe será escoltado para a cadeia de Zuera, em Saragoça, onde na quinta-feira começará a ser ouvido por um juiz de instrução em Tudela, no âmbito do processo em que é acusado da morte de dois agentes da Guarda Civil.
Welcome to Spain bandarra.

lunes, 23 de julio de 2007

Apanhámos o perigoso «Solitário»


Quién lo iba a decir, ya no son el Cabo Tacabo y el Sargento Contento de la inolvidable novela Levantado do Chão (Alzado del suelo), de José Saramago, no, se trata de los miembros Policia Judiciaria portuguesa los que han detenido al "Solitario" en esa ciudad veraniega de Figueira da Foz, conocido lugar de veraneantes pacenses "del taco" que se jugaban la pasta en su Casino, cuando don Paco gobernaba España, en tiempos que parece que nunca han existido para algunos barandas que ahora son demócratas de toda la vida.
Estos portuguesitos, también saben hacer algo más que ser amables, corteses y buenos vecinos, nos han trincado al pavo.
É suspeito de ter assassinado três agentes da autoridade. Foi preso na Figueira da Foz, numa operação conjunta entre Portugal e Espanha. Era o inimigo público n.º 1 há mais tempo procurado. Preparava novo assalto quando foi preso.
O Solitário, que actuava há mais de 13 anos, assaltando bancos em Espanha, foi seguido ontem pela polícia desde Madrid até Portugal, tendo sido detido esta segunda-feira quando se preparava para levar a cabo um outro roubo. Quando foi detido, cerca das 13:40, junto à Caixa de Crédito Agrícola, no centro da Figueira da Foz, o homem envergava um colete à prova de bala e estava armado com uma pistola e uma metralhadora.

Responsável por dezenas de assaltos, «O Solitário» é considerado responsável pelo assassinato de dois agentes da Guarda Civil, que o tentarem deter após uma infracção de trânsito em 2004, e pela morte de um polícia municipal em 2001.

As autoridades espanholas já confirmaram que o indivíduo detido na Figueira da Foz é o assaltante procurado há muito tempo conhecido como «O Solitário».

O modus operandi para realizar os assaltos era quase sempre o mesmo: disfarçado com uma peruca e uma barba postiça, e armada com uma pistola ou revólver, Solitário assaltava perto das 11 horas. As forças de segurança calculam que o suspeito tem cerca de 45 anos e aparenta 1,70 m.

A operação de captura, que envolveu cerca de duas dezenas de agentes à civil da Directoria de Coimbra e da Direcção Central de Combate ao Banditismo da PJ, foi montada em redor da instituição bancária e acabou por culminar na detenção do suspeito que se fazia transportar num furgão.
Así se agradece a la peña lusitana el haber trincado al Nota y ponerlo una larga temporada a la sombra por ser tan mala persona, asesino, carajote y trincón.
Ahora tengo muy claro, que los voceros peperos, dirán que esta detención estaba preparada por los Gobiernos socialistas de España y Portugal, ya que hoy se han reunido en Lisboa los Ministros del Interior de España y Portugal. La Cadena Santa, Libertad Digital y toda la jarca morena dirán que estaba pactada la detención entre Alfredo Pérez Rubalcaba y Rui Pereira, y que el baranda del "Solitario" era un filobatasuno-proetarra-disgregador de la unidad de España y un socialista con carné, y que así constaba en las Actas de ETA.
¡Quién dijo miedo!