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miércoles, 5 de mayo de 2010

Um Presidente Poeta: Manuel Alegre


Ontem em Ponta Delgada, Açores, Manuel Alegre apresentou formalmente a su candidatura presidencial. Foi no Salão Nobre do Teatro Micaelense onde lançou a sua candidatura a Belém.
A escolha dos Açores para lançar a sua candidatura. Manuel Alegre disse tratar-se de uma homenagem à autonomia regional: "Homenagem à autonomia, sinónimo de liberdade, democracia, desenvolvimento e justiça social. Autonomia cujo aprofundamento e aperfeiçoamento reforçam a especificidade do povo açoriano como parte integrante da identidade nacional portuguesa e o insubstituível contributo da Região Autónoma dos Açores para o fortalecimento da unidade da República".
Eu, socialista e apoiante do Alegre, espero que o PS apoie a uma das suas figuras históricas. Portugal meresce um Presidente Poeta.
O Discurso marca um caminho certo, e a sua candidatura "será o que quiserem os homens e as mulheres" e apontou que "a participação cívica é condição da renovação e revitalização da democracia".
"Quero ser mais do que o vosso presidente, quero ser o vosso aliado e o vosso companheiro de viagem", concluiu Manuel Alegre, depois de apelar aos jovens para que "façam ouvir a sua voz", para que "mostrem o que pretendem construir e não privem o país do seu contributo decisivo".
Quero um Presidente Poeta.

domingo, 13 de septiembre de 2009

Españoles malos vecinos y aprovechados


Ayer debatieron "cara a cara" los líderes del PSD-PPD y el PS en la televisión privada SIC. Dona Manuela Ferreira "Mala" Leite volvió a reiterar que suspenderá la construcción del AVE Madrid-Lisboa si gana las elecciones legislativas en Portugal el próximo 27 de septiembre.
La Senhora Doutora disse: "Espanha está interessada em que o TGV chegue a Portugal para captar "mais fundos comunitários". “O senhor engenheiro deve pedir aos seus camaradas, para lá da fronteira, para deixarem de fazer manifestações e pressões contra a minha pessoa. Não gosto dos espanhóis metidos na politica portuguesa, já que Portugal não é uma provincia espanhola”.
"No me gustan los españoles metidos en la política portuguesa, estoy defendiendo los intereses de Portugal, que no es una provincia de España", enfatizó Manuela Ferreira Leite, exaltada, en el debate. Sócrates recordó a Ferreira Leite que cuando era ministra de Economía en el gobierno conservador de José Manuel Durao Barroso participó en la cumbre ibérica de Figueira da Foz, el 8 de noviembre de 2003, en la que se firmó el acuerdo en el que su Ejecutivo se comprometía a construir cuatro líneas de alta velocidad. Además, el candidato socialista argumentó que, posteriormente, Ferreira Leite participó en un Consejo de Ministros del que salió una resolución en la que se afirmaba que "el proyecto de inversión del AVE es estructural, contribuye al crecimiento del PIB, induce a la creación de empleo y es un factor decisivo para Portugal".

Ferreira Leite se limitó a responder que las circunstancias de entonces son muy diferentes a las actuales y recurrió al tema de la crisis para decir que la materialización de la construcción del AVE Madrid-Lisboa, previsto para 2013, supondría un endeudamiento insostenible para el país. "Diga a sus camaradas de la frontera que dejen de hacer manifestaciones, peticiones y presiones sobre el tema del AVE", se quejó la candidata conservadora, quien acabó por añadir que se refería a "algunos dirigentes españoles, en conjunto con portugueses, que se han manifestado contra ella".

Sócrates volvió a ser claro en relación al AVE: "Portugal tiene que decidir si quiere la estación internacional en Badajoz o Lisboa". "Yo la quiero en Lisboa", remató.
Yo también la quiero como ciudadano con doble nacionalidad y voy a meterme en la campaña hasta las patas que hoy inicia Sócrates aquí al lado en Arronches y Évora para que a esta mal encarada y olvidadiza señora se le quiten las ganas de decir quiénes si y quiénes no participan en la democracia portuguesa.
Não me digam que a Senhora "Mala" Ferreira Leite vai nos por em guerra com a Espanha como moro perto da fronteira passo ja pro outro lado ainda me lembro do tempo do Salazar. Esta sera familia?

sábado, 16 de mayo de 2009

Obrigado camarada Manuel Alegre




Em reunião ontem realizada em Lisboa, Manuel Alegre informou os seus apoiantes, pertencentes ao MIC e à Corrente de Opinião Socialista, da decisão pessoal que tomou. Explicou que não saía do PS, porque apesar de poder "não concordar com a prática e as políticas", diz reconhecer-se "nos valores e princípios do socialismo democrático".
Em conferência de imprensa a seguir à reunião, Manuel Alegre leu uma declaração:
1. Não sairei do PS – Ajudei a fazer este partido, a sua história é parte da minha história, posso não concordar com a prática e as políticas, mas reconheço-me nos valores e princípios do socialismo democrático.
2. Não formarei um partido para as próximas legislativas – Reconheço que há uma crise de confiança nos partidos cujo monopólio está a esgotar-se, há a necessidade de renovar a vida política, de cativar os jovens para a política e para a coisa pública, assim como de preparar novas soluções para a esquerda e para a democracia. Mas isso é um processo inseparável do processo social. Exige uma acção pedagógica e o reforço da cidadania. E não se fará sem ou contra o espaço socialista.
3. Não serei candidato a deputado – Fui convidado pelo Secretário Geral, com espírito de abertura e companheirismo, para integrar as listas do PS. Não seria digno impor condições ao Secretário Geral do PS. Só faço exigências a mim mesmo. E são essas exigências que me ditam a decisão de não me candidatar nas próximas eleições legislativas.
Não há ruptura com o PS.
Não há abdicação nem retirada.
Há a decisão de continuar, sob outras formas, o meu combate de sempre pela renovação da vida democrática, pela cidadania e pelo socialismo democrático.
Obrigado camarada, nós os socialistas precisamos de ti.

martes, 21 de abril de 2009

35 anos de liberdade





Na minha qualidade de socio correspondente número 4 da Associação 25 de Abril assino o "apelo à participação" na manifestação do 25 de Abril, na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Dito APELO lançado pela Associação 25 de Abril, que organiza todos os anos a manifestação, mereceu a concordância do PS, o partido do Governo, e por alguns dirigentes da chamada "ala esquerda", a começar por Manuel Alegre, e pelo fundador do partido Mário Soares. Outros subscritores são o PCP, Bloco de Esquerda, Verdes, as duas centrais sindicais, CGTP e UGT, JS e JCP, entre outros.
Mais de 600 personalidades de várias tendências de esquerda que assinam o documento. A lista completa-se com figuras como o líder do PCP, Jerónimo de Sousa, o Nobel da Literatura José Saramago, Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP, ou ainda Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda. Do PS os nomes somam-se: o líder parlamentar, Alberto Martins, a eurodeputada Ana Gomes, o presidente do partido Almeida Santos, o ex-líder Ferro Rodrigues, ou ainda o vereador lisboeta Marcos Perestrelo, e os deputados Vera Jardim e Vitalino Canas. Entre os apoiantes deste "apelo à participação" contam-se ainda o ex-líder do PCP Carlos Carvalhas, os capitães de Abril Vasco Lourenço e Otelo Saraiva de Carvalho, que reclamam "o direito inalienável à pluralidade das suas opiniões".
É tempo de refletir, de pensar, de responder à crise, facer um apelo a "novos paradigmas comportamentais e políticos". "Ultrapassada a tempestade, nada poderá ficar na mesma". O "sistema capitalista" parece "ter entrado em ruptura". Há "direitos conquistados durante gerações, pelos trabalhadores" que foram "gradualmente postos em causa". A crise económica mundial está a ter consequências em Portugal, onde os seus efeitos se somam às "vicissitudes de antigos desequilíbrios estruturais que vêm de muito longe e persistem".
Tudos nós temos que estar as 15.30 horas no día 25 no Rossio-Marqués de Pombal no desfile, depois de ter inaugurado o Monumento a nossa historia revolucionaria as 14 horas no Jardím Amália Rodrigues, cruzamento Marqués de Fronteira e Rua Castilho, meresce a pena lá estar.
¡ 25 de Abril sempre, mas com o povo !

sábado, 13 de diciembre de 2008

Fórum das Esquerdas



Mañana como miembro del Movimento de Intervençao e Cidadanía tengo un cita ineludible en Lisboa a la que no pienso faltar.

Na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, um novo encontro das esquerdas subordinado ao tema "Democracia e Serviços Públicos".O Apelo para a sua realização é subscrito por mais de cinquenta personalidades dos vários quadrantes da esquerda e independentes. Manuel Alegre, Ana Drago e Maria do Rosário Gama encerram os debates.

O "novo ciclo" da esquerda está em marcha com o debate Democracia e Serviços Públicos segundo palavras do deputado socialista Manuel Alegre que justifica a sua presença no 2º Fórum das Esquerdas, dizendo que não se trata de um encontro partidário
Trata-se de um movimento de cidadãos, filiados e não filiados que pretende encontrar "outras" soluções. “Não é uma reunião inter-partidária, é uma reunião de cidadãos e cidadãs de esquerda - uns têm filiação partidário, outros não têm - e que procuram encontrar-se e buscar novas soluções para uma época que exige grandes mudanças”.

É tempo de falar da "esquerda" e mudar o rumo do nosso tempo.

martes, 29 de julio de 2008

Portugal minha outra terrinha


Está uno un poco cansado de topicazos, de eruditos, de columnistas, de estudiosos de literatura de "andar y de ver", de novos amigos e gente chata e exquisita que gosta de falar de Portugal. Hay un personaje de estos que se llama J.R. Alonso de la Torre que nos castigó el pasado 27 con un artículo el el Diario Hoy titulado Portugal vuelve a estar deprimido. Agradezco su interés, he ojeado alguna publicación suya, y me alegra que se acerque a una realidad de la que yo formo parte, pero no mira a los ojos a los portugueses, los mira con su óptica, con sus telarañas en las gafas y con multiplicidad de lugares comunes.
Portugal es algo más que cojuntura económica, bom almoço, bom vinho, gentes simples, antiga raia fronteiriça, restaurantes e praias de areia dourada donde o mar enrola na areia, varinas nazarenas, luxo no Algarve, sardinha assada o um saltinho as Berlengas o a Ilha do Pessegueiro. Uma estadia de fim de semana nas terras do Alberto Joao Jardim (Madeira) o a os Açores. Estamos enfermos de saudosismo positivo y vai-se andando, pero somos algo más, amamos nuestra tierra, nuestras tradiciones, somos gente honesta, europeos de siempre, olhando para o mar com ciumes pero con las ideas muy claras y sabemos pasar estrecheces y miramos el futuro con esperanza. Vamos a velocidad media, tropezamos, pero no paramos, somos un país de gente calma e lutadora, tenemos muchas tareas que aprender y superar, pero exigimos que se nos mire a la cara, que se use nuestra óptica, que Castela no nos diga como tenemos que ser.
Caro amigo Alonso de la Torre de un saltinho a Rio de Onor (Tras-os-Montes), o as Terras de Barroso e Alto Tâmega e escute as desgarradas,y escuche mucho y hable poco. Sea luso y no lusófono y entenderá el encanto de subir a o Bairro Alto no "Amarelo da Carris" y comprenderá lo que le dice un luso-espanhol que le agradece su interés por mi medio país, pero que le ruega que piense o que por lo menos intente no mirarnos con ojos de castelhano.
Com os melhores cumprimentos e amizade.

miércoles, 19 de marzo de 2008

Os negócios milionários da Igreja em Portugal


“Estando próxima a Páscoa dos Judeus, Jesus subiu a Jerusalém. E achou no Templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas, e também os cambistas ali sentados; e tendo feito um azorrague de cordas, lançou-os todos fora do Templo, bem como as ovelhas e os bois; e espalhou o dinheiro dos cambistas, e virou-lhes as mesas; e disse aos que vendiam as pombas: «Tirai daqui estas coisas; não façais da casa do meu Pai casa de negócio»”.
É um texto excelente, sobre um tema que são as contradições da Igreja Católica. As contradições entre a fé e o negócio que se cria á volta da mesma fé, transformando a instituição Igreja na empresa Igreja. Alguém se questiona sobre os negócios de Fátima, alguém se preocupa com o facto de lado a lado com santas e velinhas se venderem "Action Man" e "Transformers". Alguém se questiona sobre o facto de Fátima se ter tornado num grande Shopping Center a ceú aberto.
É realmente muito fácil pregar a palavra que se auto-intitula de santa e depois não fazer nada do que se prega, mais ou menos do género façam o que eu digo não façam o que eu faço.
Umas notas simples do facto:
Salesianos vão fazer uma urbanização de 5 milhões de euros perto do novo aeroporto de Lisboa em Alcochete.
Diocese de Braga gere uma cadeia de hotéis e um spa com jacúzi e solário.
Fátima teve, num ano, um lucro de 3,9 milhões em acções e aplicações financeiras.
O anterior cardeal patriarca de Lisboa deixou uma herança de 5 milhões de euros.
Em Fátima, reza a lenda que não chega a ser história, aconteceu aquilo que é suposto ter sido visto e presenciado e constado por quem viu. Há teorias, explicações, argumentos, contradições, mas sobretudo há Fé, aquela coisa que nos faz acreditar, crendo, e nos faz crer, acreditando. Acredita quem quer e crê quem lhe aprouver.
Com a fé das pessoas não se brinca…(nem deviam produzir-se escritos de opinião!) Mas podem e devem produzir-se escritos sobre sucessos comerciais; empresas empreendedoras, em vias de expansão e com garantia de sucesso.
A Santa Igreja aposta forte nos seus negócios terrenais, é coisa dos tempos e das suas finanças. Viver para ver e crer.

miércoles, 14 de noviembre de 2007

Eurodeputado inglês


Ser inglés o británico es very important, los McCann lo son y aún siguen buscando a Madeleine, pero ahora aparece un baranda, por más señas eurodiputado británico de extrema derecha, llamado Roger Knapman diciendo lindezas de los portugueses en una cartita escrita desde su gabinete.
A carta foi escrita por Piers Merchant , um antigo eurodeputado britânico, forçado a abdicar após o jornal «The Sun» ter revelado o seu envolvimento com uma jovem de 17 anos. Actualmente trabalha como assessor de Knapman. A polícia portuguesa é «corrupta» e tem conduzido uma investigação «falhada» desde o início sobre o desaparecimento de Madeleine McCann. A primeira investigação foi amadora e condenada ao falhanço». «É importante perceber que Portugal não tem historial de direitos humanos, de liberdade e democracia». Acrescenta, por outro lado, que Portugal tem apenas 30 anos de democracia. «Muitos polícias foram treinados sob o regime fascista e as instituições ainda reflectem os efeitos de um longo período ditatorial».
O eurodeputado considera que «em qualquer circunstância os cidadãos britânicos devem ser protegidos contra sistemas estrangeiros duvidosos».
Los eurodiputados portugueses se han mosqueado «Não nos intimidamos» y han puesto a caer del burro al baranda. Para nota la declaración de la eurodiputada comunista Ilda Figueiredo :«As declarações não têm credibilidade e demonstram que o eurodeputado não conhece a polícia portuguesa, nem a investigação que está a ser levada a cabo».Questionada se esta seria a imagem de Portugal juntos de países como o Reino Unido, e outros representados no Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo garante que não. «É uma declaração isolada: sabe que aqui é como na farmácia... há de tudo».
Lo dicho, ser inglés es very important.

domingo, 14 de octubre de 2007

Blogueando que es gerundio


Una vez más, ya van dos, Cáceres se convertirá los días 2,3 y 4 de noviembre en el punto de cita para poder aprender todos un poco más sobre este mundo de la blogosfera.
Previo paso, obligado, por Aldeacentenera se darán cita en EFINDEX gente muy comprometida y animosa en seguir buscando nuevas alternativas, líneas de actuación y participación en esto de la blogosfera.
Un amplio Programa en el marco incomparable del Complejo Cultural "San Francisco" de la Diputación de Cáceres, nos permitirá poner en común ideas, aprender y saber escuchar mucho y hablar poco a blogueros de nuevo cuño como yo.
Gracias a la Fundación Ciudadanía, Aupex y la Red de Blogs Las Ideas vamos a poner en valor muchas cosas.

Já é hora de ultrapassar velhas fronteiras, de partilhar trabalhos, de procurar linhas de trabalho novas, tudos temos em Cáceres uma data para nao esquecer.

Até o día 2 no EFINDEX 07.

miércoles, 10 de octubre de 2007

Desmemoria histórica


A Guerra Civil da Espanha no concelho de Barrancos . A terrífica guerra fratricida que marca a vida da Espanha entre 1936 e 1939 é, indubitavelmente, um acontecimento horrível que marca igualmente o nosso país e, em particular, os territórios que definem a fronteira entre os dois países.
Meresce a pena ler o que aconteceu neste relato de Miguel Rego e a historia da Herdade de Coitadinha vê-se desta forma associada à Guerra Civil de Espanha pela existência de um Campo de Concentração (talvez mais correcto seja a utilização do termo Campo de Refugiados), pela forma como todos aqueles que ali se encontravam, que funcionou durante quase três meses.
Na memória, serve sobretudo a coragem do Tenente Seixas que, desobedecendo aos seus superiores hierárquicos, assumiu a segurança de todos os espanhóis em fuga que entendiam ficar sobre o seu controlo e viu-se por isso castigado sendo compulsivamente reformado.

lunes, 17 de septiembre de 2007

Amizades perigosas


José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa ha ido de visita a la Casa Blanca,hoy a pasar un ratito con su amigo George Walker Bush, si ese que no recibe a José Luis Rodríguez Zapatero, pero como es un portugués muy educado se ha sentado en la silla y no ha puesto los zapatones como Ansar en la mesa. Son cosas de la política europea y el Nota de Sócrates a ido a visitar al Gran Timonel del Imperio del Mundo Mundial.
O presidente norte-americano, George W. Bush, e o primeiro-ministro português, José Sócrates, concordaram esta segunda-feira, em Washington, com a necessidade de uma forte cooperação entre a UE e os EUA em prol da segurança mundial.
Bush e Sócrates falavam a jornalistas no final do encontro de cerca de uma hora que mantiveram ao fim da manhã, na Casa Branca.
O Presidente norte-americano salientou a importância do «trabalho conjunto» entre os EUA e a União Europeia e agradeceu a José Sócrates o apoio de Portugal nas intervenções militares no Afeganistão e no Iraque. (Este Bush no se acuerda que el del cuarteto de las Azores era José Manuel Durao Barroso, líder conservador y no socialista como Sócrates).
Por seu lado, José Sócrates, que falou em inglês, bien falado no como Jose Ansar,disse que a sua primeira prioridade é manter «uma Europa forte e unida» e trabalhar «em estreita coordenação com os EUA a favor da estabilidade e da segurança mundial». ¿Quién dijo miedo?.
Na dupla qualidade de presidente em exercício da União Europeia e de primeiro-ministro de Portugal, Sócrates teve o seu primeiro encontro oficial com George W. Bush, não sem antes fazer o seu «jogging» matinal nos jardins do Lincoln Memorial, espaço que homenageia em Washington o 16º presidente dos EUA (Abraham Lincoln - 1809-1865). (es un crack este tuga).
No domingo, primeiro dia da visita aos Estados Unidos, José Sócrates encerrou, no Smithsonien Institut, em Washington, a exposição sobre os Descobrimentos «Abraçando o globo: Portugal e o mundo nos séculos XVI e XVII», em que prometeu que o Governo de Lisboa «tudo fará» para a levar a Portugal.
Em declarações a jornalistas, no domingo, o presidente em exercício da UE considerou fundamental que União Europeia e Estados Unidos «olhem para o futuro» e deixem para trás as divergências em relação à intervenção militar norte-americana no Iraque. (Bush siguió sin enterarse que quiso decir si Barroso puso la Base de las Lajes).
«O mais importante é olharmos para o futuro», porque «Estados Unidos e Europa partilham um património de valores. A relação transatlântica está sempre no topo da agenda da política externa da União Europeia».
Em relação a George W. Bush, o primeiro-ministro luso fez questão de frisar que «é sempre bem-vindo a Portugal» e que os Estados Unidos «são um país amigo». Invitandole al Algarve a ver si aclara lo de la menina Madeleinne, una vez que deje la Casa Branca y se dedique a arreglar el mundo.
«A relação transatlântica esta sempre no topo da agenda da UE e de Portugal e é essencial para os Direitos do Homem e para a democracia no Mundo», salientou Sócrates.
Sócrates disse ainda que iria informar o presidente dos Estados Unidos «sobre a agenda da União Europeia para os próximos meses», incluindo os temas do Afeganistão, Médio Oriente e Kosovo.
«Todas os pontos que apontei precisam de uma coordenação entre a União Europeia e os Estados Unidos», defendeu, adiantando que «o futuro constrói-se com uma cooperação cada vez mais intensa» entre os dois blocos políticos.
Durante o encontro, além de debaterem questões bilaterais (como a presença portuguesa na NATO), Sócrates e Bush tentarão aproximar as posições dos Estados Unidos e da União Europeia em relação ao processo de paz no Médio Oriente, ao estatuto futuro da província sérvia do Kosovo, ao relançamento das relações transatlânticas e às energéticas e ambientais.
Debió ser un tierno momento, bajo la atenta mirada de Condoleezza Rice, esa chica de color tan simpática, y este Sócrates intentando explicarle a George que el no era el Tercer Moranco (Barroso es clavado a los hermanos Cadaval), pero como la alta política es así el Nota de Sócrates ya ha sido recibido por Bush, ahora los del Partido Popular rajarán lo que no está escrito, pero lo que más me gusta del cameo es el buen rollito y el jogging matinal del tuga, para nota.
Cuidado con las amistades peligrosas que luego te toman por amigo de Bush y a ver como convences a los portugueses para que te vuelvan a votar.

martes, 31 de julio de 2007

Manuel Alegre, poeta e socialista





Manuel Alegre el día 23 de julio publicaba un artículo en el Diario Público , artículo que merece la pena leer, e igualmente el llamamiento y apoyo que en nombre del MOVIMENTO DE INTERVENÇAO E CIDADANIA, nos realiza a todos los miembros del mismo ,José de Faria Costa, Presidente da Mesa da Assembleia Geral do MIC, Llamamiento que suscribo como miembro participante del MIC y hago mías las palabras de Manuel Alegre.

Contra o medo, liberdade

Nasci e cresci num Portugal onde vigorava o medo. Contra eles lutei a vida inteira. Não posso ficar calado perante alguns casos ultimamente vindos a público. Casos pontuais, dir-se-á. Mas que têm em comum a delação e a confusão entre lealdade e subserviência. Casos pontuais que, entretanto, começam a repetir-se. Não por acaso ou coincidência. Mas porque há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da Pide. Casos pontuais em si mesmos inquietantes. E em que é tão condenável a denúncia como a conivência perante ela.

Não vivemos em ditadura, nem sequer é legítimo falar de deriva autoritária. As instituições democráticas funcionam. Então porquê a sensação de que nem sempre convém dizer o que se pensa? Porquê o medo? De quem e de quê? Talvez os fantasmas estejam na própria sociedade e sejam fruto da inexistência de uma cultura de liberdade individual.

Sottomayor Cardia escreveu, ainda estudante, que “só é livre o homem que liberta”. Quem se cala perante a delação e o abuso está a inculcar o medo. Está a mutilar a sua liberdade e a ameaçar a liberdade dos outros. Ora isso é o que nunca pode acontecer em democracia. E muito menos num partido como o PS, que sempre foi um partido de homens e mulheres livres, “o partido sem medo”, como era designado em 1975. Um partido que nasceu na luta contra a ditadura e que, depois do 25 de Abril, não permitiu que os perseguidos se transformassem em perseguidores, mostrando ao mundo que era possível passar de uma ditadura para a democracia sem cair noutra ditadura de sinal contrário.

Na campanha do penúltimo congresso socialista, em 2004, eu disse que havia medo. Medo de falar e de tomar livremente posição. Um medo resultante da dependência e de uma forma de vida partidária reduzida a seguir os vencedores (nacionais ou locais) para assim conquistar ou não perder posições (ou empregos). Medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado. No PS sempre houve sensibilidades, contestatários, críticos, pessoas que não tinham medo de dizer o que pensam e de ser contra quando entendiam que deviam ser contra. Aliás, os debates desse congresso, entre Sócrates, eu próprio e João Soares, projectaram o PS para fora de si mesmo e contribuíram em parte para a vitória alcançada nas legislativas. Mas parece que foram o canto do cisne. Ora o PS não pode auto-amordaçar-se, porque isso seria o mesmo que estrangular a sua própria alma.

Há, é claro, o álibi do governo e da necessidade de reduzir o défice para respeitar os compromissos assumidos com Bruxelas. O governo é condicionado a aplicar medidas decorrentes de uma Constituição económica europeia não escrita, que obriga os governos a atacar o seu próprio modelo social, reduzindo os serviços públicos, sobrecarregando os trabalhadores e as classes médias, que são pilares da democracia, impondo a desregulação e a flexigurança e agravando o desemprego, a precariedade e as desigualdades. Não necessariamente por maldade do governo. Mas porque a isso obriga o Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) conjugado com as Grandes Orientações de Política Económica. Sugeri, em tempos, que se deveria aproveitar a presidência da União Europeia para lançar o debate sobre a necessidade de rever o PEC. O Presidente Sarkozy tomou a iniciativa de o fazer. Gostei de ouvir Sócrates a manifestar-se contra o pensamento único. Mas é este que condiciona e espartilha em grande parte a acção do seu governo.

Não vou demorar-me sobre a progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde, com, entre outras coisas, as taxas moderadoras sobre cirurgias e internamentos. Nem sobre o encerramento de serviços que agrava a desertificação do interior e a qualidade de vida das pessoas. Nem sobre a proposta de lei relativa ao regime do vínculo da Administração Pública, que reduz as funções do Estado à segurança, à autoridade e às relações internacionais, incluindo missões militares, secundarizando a dimensão administrativa dos direitos sociais. Nem sobre controversas alterações ao estatuto dos jornalistas em que têm sido especialmente contestadas a crescente desprotecção das fontes, com o que tal representa de risco para a liberdade de imprensa, assim como a intromissão indevida de personalidades e entidades na respectiva esfera deontológica. Nem sobre o cruzamento de dados relativos aos funcionários públicos, precedente grave que pode estender-se a outros sectores da sociedade. Nem ainda sobre a tendência privatizadora que, ao contrário do Tratado de Roma, onde se prevê a coexistência entre o público, o privado e o social, está a atingir todos os sectores estratégicos, incluindo a Rede Eléctrica Nacional, as Águas de Portugal e o próprio ensino superior, cujo novo regime jurídico, apesar das alterações introduzidas no parlamento, suscita muitas dúvidas, nomeadamente no que respeita ao princípio da autonomia universitária.

Todas estas questões, como muitas outras, são susceptíveis de ser discutidas e abordadas de diferentes pontos de vista. Não pretendo ser detentor da verdade. Mas penso que falta uma estratégia que dê um sentido de futuro e de esperança a medidas, algumas das quais tão polémicas, que estão a afectar tanta gente ao mesmo tempo.

Há também o álibi da presidência da União Europeia. Até agora, concordo com a acção do governo. A cimeira com o Brasil e a eventual realização da cimeira com África vieram demonstrar que Portugal, pela História e pela língua, pode ter um papel muito superior ao do seu peso demográfico. Os países não se medem aos palmos. E ao contrário do que alguém disse, devemos orgulhar-nos de que venha a ser Portugal, em vez da Alemanha, a concluir o futuro Tratado europeu. Parafraseando um biógrafo de Churchill, a presidência portuguesa, na cimeira com o Brasil, recrutou a língua portuguesa para a frente da acção política. Merece o nosso aplauso. O que não merece palmas é um certo estilo parecido com o que o PS criticou noutras maiorias. Nem a capacidade de decisão erigida num fim em si mesma, quase como uma ideologia. A tradição governamentalista continua a imperar em Portugal. Quando um partido vai para o governo, este passa a mandar no partido que, pouco a pouco, deixa de ter e manifestar opiniões próprias. A crítica é olhada com suspeita, o seguidismo transformado em virtude.

Admito que a porta é estreita e que, nas circunstâncias actuais, as alternativas não são fáceis. Mas há uma questão em relação à qual o PS jamais poderá tergiversar: essa questão é a liberdade. E quem diz liberdade diz liberdades. Liberdade de informação, liberdade de expressão, liberdade de crítica, liberdade que, segundo um clássico, é sempre a liberdade de pensar de maneira diferente. Qualquer deriva nesta matéria seria para o PS um verdadeiro suicídio.

António Sérgio, que é uma das fontes do socialismo português, prezava o seu “querido talvez” por oposição ao espírito dogmático. E Antero de Quental chamava-nos a atenção para estarmos sempre alerta em relação a nós próprios, porque “mesmo quando nos julgamos muito progressistas, trazemos dentro de nós um fanático e um beato.” Temo que actualmente pouco ou nada se saiba destas e doutras referências.

Não se pode esquecer também a responsabilidade de um poder mediático que orienta a agenda política para o culto dos líderes, o estereotipo e o espectáculo, em detrimento do debate de ideias, da promoção do espírito crítico e da pedagogia democrática. Tenho por vezes a impressão de que certos políticos e certos jornalistas vivem num país virtual, sem povo, sem história nem memória.

Não tenho qualquer questão pessoal com José Sócrates, de quem muitas vezes discordo mas em quem aprecio o gosto pela intervenção política. O que ponho em causa é a redução da política à sua pessoa.

Responsabilidade dele? A verdade é que não se perfilam, por enquanto, nenhumas alternativas à sua liderança. Nem dentro do PS nem, muito menos, no PSD. Ora isto não é bom para o próprio Sócrates, para o PS e para a democracia. Porque é em situações destas que aparecem os que tendem a ser mais papistas que o papa. E sobretudo os que se calam, os que de repente desatam a espiar-se uns aos outros e os que por temor, veneração e respeitinho fomentam o seguidismo e o medo.

Sei, por experiência própria, que não é fácil mudar um partido por dentro. Mas também sei que, assim como, em certos momentos, como fez o PS no verão quente de 75, um partido pode mobilizar a opinião pública para combates decisivos, também pode suceder, em outras circunstâncias, como nas presidenciais de 2006 e, agora, em Lisboa, que os cidadãos, pela abstenção ou pelo voto, punam e corrijam os desvios e o afunilamento dos partidos políticos. Há mais vida para além das lógicas de aparelho. Se os principais partidos não vão ao encontro da vida, pode muito bem acontecer que a recomposição do sistema se faça pelo voto dos cidadãos. Tanto no sentido positivo como negativo, se tal ocorrer em torno de uma qualquer deriva populista. Há sempre esse risco. Os principais inimigos dos partidos políticos são aqueles que, dentro deles, promovem o seu fechamento e impedem a mudança e a abertura.

Por isso, como em tempo de outros temores escreveu Mário Cesariny: “Entre nós e as palavras, o nosso dever falar.” Agora e sempre contra o medo, pela liberdade.

Bem-haja Manuel Alegre


martes, 17 de julio de 2007

Provérbios Tugas


Ahora que Saramago anda diciendo que Portugal puede unirse a España, es un soñador de quimeras, merece la pena recordar algunos rasgos culturales de los portugueses, no nos diferencian tantas cosas y en muchas somos hijos de la misma madre.
Adivinanzas
Ave sou/penas nao tenho/pêlo de ovelha me cobre/de cabeça sou mui pobre/numa árvore me sustenho: avelã.
Casinha branca sem porta nem tranca: ovo.
Qual é o animal que tem mais que três olhos e menos que quatro?: piolho.
Verde foi meu nascimento/e de luto me vesti/para dar a luz ao mundo/mil tormentos padeci : azeitona.
Provérbios
A boda e a batizado, não vás sem ser convidado.
A galinha da minha vizinha é sempre melhor que a minha.
Diz o tacho para a panela: sai daqui, não me enferretes.
Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia.
Broa quente, muita na mão e pouca no ventre.
Trava - Línguas
O rato roeu a roupa do Rei de Roma a rainha com raiva resolveu remendar.
Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce? Respondi que o doce que é mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce.
Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabemos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores.
Embaixo da pia tem um pinto que pia, quanto mais a pia pinga mais o pinto pia.
O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades que deveriam ser desinquivincavacadas.
Como dos gotas de agua, la cultura popular, los refranes y los proverbios son parte de un tronco común, en cada país crecieron, se hicieron mayores, ahora toca acercarnos más, cada vez más, respetando que cada uno es lo que es.
Hay muchos más en una página de la Universidad del Minho, merece la pena visitarse.

jueves, 5 de julio de 2007

Llegar a la India




José Manuel Durão Barroso, portugués todo él, Presidente de la Comisión Europea ha dicho, ante la la asunción por parte de la República Portuguesa de la Presidencia semestral de la Unión Europea con fecha 1 de julio, que: Se pensarmos no caminho marítimo para a Índia, descoberto pelos portugueses, poderá dizer-se que na questão do novo Tratado a presidência alemã fez o trabalho de Bartolomeu Dias, passando o Cabo da Boa Esperança. Agora, cabe à presidência portuguesa chegar à Índia, seguindo o trajecto de Vasco da Gama.
A imagem feliz foi transmitida durante a conferência de imprensa conjunta com José Sócrates, no final do primeiro dia de trabalho da presidência portuguesa da União Europeia, que teve lugar no Porto.
O mandato, aprovado na última cimeira da UE, é uma conquista sublinhada pelo próprio primeiro-ministro, que se assumiu confiante na execução do texto «até Outubro», servindo-se, assim, da colaboração da Polónia, país que mais entraves tem criado ao avanço do tratado.

«Temos uma boa base, agora é preciso fechar o tema. Não podemos permitir que se reabram questões a que já se chegou a acordo», frisou Durão Barroso, recebendo total concordância por parte de Sócrates. Para o primeiro-ministro, é importante «passar do mandato para o Tratado»: «Investiremos o máximo das nossas energias, nos primeiros meses, nessa tarefa», sublinhou.

Refira-se que no calendário português está agendado para 23 de Julho a abertura da Conferência Intergovernamental, que vai negociar a redacção final do texto do futuro Tratado Reformador da UE, com vista à aprovação do documento em Outubro. O desejo é «fechar esta matéria o mais cedo possível» e isso poderá acontecer a 18 e 19 de Outubro, quando Lisboa receber a cimeira informal de líderes dos 27.

Polónia vai ajudar

Tema central neste tema é a posição da Polónia, que tem servido como pólo desestabilizador na discussão do Tratado. Para Durão Barroso não há dúvidas: «Não se vai reabrir nenhum assunto acerca do qual se chegou a acordo durante a última cimeira. É claro que há trabalho a fazer, mas é impensável abrir aspectos antigos. Não acredito, aliás, que alguém coloque essa hipótese».

José Sócrates, em total sintonia, lembrou que Portugal tem apenas um mandato, pelo que não se pode falar em referendos a um tratado que não existe. «Vejo países com vontade de assumir rapidamente o texto, por isso queremos resolver a questão até Outubro, correspondendo ao desejo de todos», referiu, sabendo que «há muito trabalho a fazer»

Pressionados pela questão da Polónia, os dois interlocutores vincaram as suas posições. «Estou em contacto permanente com os responsáveis pelo país e não tenho dúvidas que a Polónia vai respeitar o acordo», disse Durão Barroso, que se manifestou «muito confiante» numa posição favorável do primeiro-ministro Jaroslaw Kaczynski.

José Sócrates reiterou essa posição: «Dizer-se que a Polónia não quer avançar com este mandato só pode ser um equívoco, pois trata-se de um mandato claro e um acordo preciso. Portugal não espera mais problemas com a Polónia do que com outro país. Esperamos, aliás, uma forte colaboração da Polónia, pois foi um dos actores principais na discussão».
Estos portugas, buena gente, siguen pensando en el saudosismo sebastianista, y si se creen que los Gemelos Polacos se van a quedar quietecitos y no dar la barrila van dados, ahora lo que es para nota es la frase del baranda de Durao Barroso, eso de llegar a la India es como si en vez de presidir la Comisión Europea, este antiguo maoísta, ahora líder conservador le hubiera dado al aguardente bagaçeira mais que menos y siga pensando en la Nau Catrineta aquela que estava na volta do mar.
Coitados tugas no saben la que les espera con esa Europa trufada de líderes derechistas que creen que lo mejor es que Europa siga siendo el Patio de Monipodio.

sábado, 30 de junio de 2007

Salazarismo


Antonio de Oliveira Salazar o mais grande português da historia, Os Grandes Portugueses , afinal já tem um Museu.
O Núcleo de Estudos de Oliveira Salazar (NEOS) existe há 16 anos e o seu presidente, Pinheiro Da Silva, um antigo deputado da Assembleia Nacional, do Governo Regional de Angola e Secretario Provincial da Educação durante o regime fascista, faz questão de demarcar-se do Partido Nacional Renovador (PNR). «Não somos xenófobos nem racistas. Salazar nunca o foi», referiu o responsável que não se coibiu de afirmar que os elementos do PNR e da Juventude Nacionalista «praticam a xenofobia e o racismo».

Pinheiro da Silva é ainda claro quanto aos partidos políticos de Portugal «São um embuste. Não queremos nada com os partidos, não somos democratas, somos nacionalistas», explicou defendendo que «Salazar nunca foi fascista nem existiu uma ditadura em Portugal».

Site do NEOS atacado por «brincalhões»

O objectivo do NEOS é repor a verdade histórica e ser fiel à memória do antigo ditador. Para a sua prossecução criaram um sítio na Internet povoado de documentos, artigos e imagens alusivas ao «Obreiro da Pátria». O
site, com um ano de existência, tem um pequeno Museu Virtual, «onde estão apenas dez por cento do conjunto de artigos que o NEOS possui», explicou o seu gestor, João Gomes. A ideia surgiu «há seis anos», contou o responsável, acrescentando que muitos dos documentos são seus, mas muitos outros foram-lhe enviados por outras pessoas.

O sítio foi atacado várias vezes nos últimos oito meses e chegaram a haver ameaças aos elementos do NEOS, mas «nunca tivemos medo» explicou João Gomes que acredita que os autores foram «apenas uns brincalhões que gostam de atacar sites e o nosso é naturalmente polémico. Queremos apenas evidenciar a verdade histórica de Salazar. As pessoas comem tudo que ouvem», aludiu.

Ao «amigo Fidel» e à Rússia nunca chamaram ditadores, porquê?»

O NEOS vai celebrar o aniversário de Salazar, no próximo sábado, dia 28 de Abril, com um almoço e uma ida à Igreja em Lisboa. Um evento que Pinheiro da Silva diz não ter qualquer ligação com a proibição da romagem à campa do antigo ditador, em Santa Comba Dão. «Já comemoramos a data há 16 anos», tantos quantos os anos que o NEOS já conta.

Por outro lado, Pinheiro da Silva mostrou-se apreensivo quanto ao possível Museu de Salazar em Santa Comba Dão. «Se for para repor a verdade história de Salazar somos a favor, mas tememos que seja contra», lamentou o responsável.

«Somos fiéis à memória de Salazar», explicou Pinheiro da Silva que assegurou que a «ditadura de Salazar foi uma invenção» dos comunistas que «chamam fascistas a todos que não são comunistas». Ao «amigo Fidel e à Rússia nunca chamaram ditadores, porquê?», pergunta.

O Presidente do NEOS foi ainda delegado à ONU por Portugal e assegurou que naquela organização os portugueses eram bem conhecidos e tratados, dado que os seus elementos «sabiam a segurança que existia no nosso país», ao «contrário de agora».

Havia a «verdadeira liberdade que agora é uma mentira»

Pinheiro da Silva sente saudade e tristeza em relação ao quadro político de agora e dava tudo para poder voltar ao tempo de Salazar, no qual, diz, «a verdadeira liberdade existia. Agora é uma mentira», acusa.

O responsável considerou que a liberdade de expressão não existe com a actual «censura camuflada». «Não havia censura, eu sempre tive liberdade para escrever o que queria, mas sempre soube o que não devia escrever», para não «atacar o Estado».

Agora Pinheiro Da Silva diz conhecer amigos que escrevem artigos para jornais que nunca são publicados por que «não são politicamente correctos».
Nada mais a apontar, o fascismo ainda vive entre nós.

martes, 8 de mayo de 2007

Fotos nas Ruas em Estremoz












Para que todos possam ver as exposição. Vai ser assim este mês em Estremoz a cidade alentejana Câmara Municipal de Estremoz é «invadida» este mês com exposições de fotografia, espalhadas por espaços culturais, mas também pelas ruas e às portas das lojas, no decorrer de um certame dedicado à «Imagem».

A cidade alentejana de Estremoz é «invadida» este mês com exposições de fotografia, espalhadas por espaços culturais, mas também pelas ruas e às portas das lojas, no decorrer de um certame dedicado à «Imagem».

O Vereador da Cultura e Vice Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Dr. João Carlos Rodrigues Fragoso Chouriço disse que a iniciativa está inserida num projecto autárquico designado por «Meses Temáticos».

Algumas exposições de fotografia estão nas ruas e às portas das lojas, para que as pessoas que habitualmente não vão às salas de exposição e aos museus também tenham hipótese de desfrutar das imagens.

Com o objectivo de «levar a imagem às pessoas», as exposições ao ar livre estão patentes na Rua 31 de Janeiro e no Rossio Marquês de Pombal, na área dos principais cafés da cidade. A intenção, explicou o autarca, «passa por levar as pessoas a percorrer a cidade para apreciar as imagens que estão expostas em diferentes espaços».

O «Mês da Imagem» conta com uma exposição fotográfica que inclui trabalhos do sétimo Prémio de Fotojornalismo, promovido pela revista Visão e pelo BES. O programa apresenta ainda actividades relacionadas com a educação pela imagem, num projecto que pretende fazer uma aproximação e contacto regular dos jovens alunos com a linguagem cinematográfica, sobretudo com o cinema português realizado por uma nova geração de cineastas.

Uma das actividades, «Europa em curtas para crianças», incluiu um programa de filmes de animação adequado a crianças a partir dos três anos, que pretende ser um testemunho da riqueza do cinema de animação europeu.
Fica cá muito pertinho da Espanha, meresce a pena ir lá.

domingo, 29 de abril de 2007

La Fiesta del Trabajo Nazional




Uno que es rojeras desde hace mucho tiempo, recuerda las Demostraciones Sindicales, las manifas ilegales y como los grises y los de la BPS detenían a los "subversivos" ante la llegada del día 1 de mayo. Ahora el personal se "puentea", "hace viajes", "baila batuka" o se va la "parcela" a tumbarse a la Bartola.
Pero aquí al lado, en esta mi querida terrinha lusitana, las cosas pintan de otro color, tienen el regusto amargo de lo casposo, de lo cutre, de lo que nos es familiar a muchos de mi generación: el "tufillo" neofascista, la iconografía, los mensajes, parece que el tiempo se hubiera detenido y hubiésemos retrocedido 40 años y han vuelto las banderas victoriosas.
Manifestação 1 de Maio 16 horas Largo do RatoDesfile até ao Marquês de Pombal e discurso do Presidente do PNR.

A justiça social, o combate ao capitalismo selvagem, mas também o combate à luta de classes, são "bandeiras" que os Nacionalistas reclamam para si. Nessa medida, a nossa jornada não é sectária, mas integral.
É uma "jornada de luta pelo Trabalho Nacional":
- Porque nos importa a dignidade do trabalhador português.
-Porque defendemos os empregos com salários justos para os portugueses.
-Porque trabalhador, é o assalariado, assim como o profissional liberal e o patrão.
-Porque defendemos as empresas portuguesas.
-Porque defendemos a nossa agricultura, pescas, comércio...
-Porque defendemos os meios de produção e sectores estratégicos nas mãos da Nação.
Por tudo isto, combatemos a ideia comunista e socialista de luta de classes e exaltação do proletariado.Pelo contrário, exaltamos o proletariado, sim, mas em conjunto e em pé de igualdade de dignidade, com todos os restantes agentes do Trabalho Nacional.
Porque a Nação precisa de todos os portugueses. Porque todos os portugueses devem, em conjunto, engradecer a sua Nação.
Por isso, no dia 1º de Maio, vamos proclamar bem alto:
¡Os portugueses estão em primeiro lugar!
¡Portugal aos portugueses!
¡Nação e Trabalho!

viernes, 20 de abril de 2007

jueves, 19 de abril de 2007

33 años de claveles rojos

Nadie mejor que Fernando José Salgueiro Maia, encarna la imagen de un día que quedó grabado en todas nuestras retinas. Nadie mejor que el encarna la figura de los capitanes de abril, al frente de una columna de viejos tanques y vehículos acorazados que partió la madrugada del 25 desde la Escuela Práctica de Caballería de Santarém, cercó en el Terreiro do Paço (sede de los Ministerios) al Gobierno y consiguió, al final de aquella tarde, que Marcelo Caetano se rindiera, en el Cuartel do Carmo, de la Guardia Nacional Republicana. Salgueiro Maia
Em 25 de Abril de 1974 o Movimento das Forças Armadas (MFA) derrubou o regime de ditadura que durante 48 anos oprimiu o Povo Português. Nessa madrugada do dia inicial, inteiro e limpo (como poetizou Sophia de Mello Breyner) os militares de Abril foram claros nas suas promessas: terminara a repressão, regressara a Liberdade, vinha aí o fim da guerra e do colonialismo, vinha aí a democracia.

Com tudo isso, a Revolução dos Cravos pôs fim ao isolacionismo a que Portugal estava condenado há já vários anos e ajudou ao nascimento de novos países independentes. Constituindo-se o movimento pioneiro de enormes transformações democráticas em todo o mundo e demonstrando que as Forças Armadas não estão condenadas a ser um instrumento de opressão, podendo, pelo contrário, ser um elemento libertador dos povos.

Democratizar, Descolonizar e Desenvolver foi o lema que então fez regressar Portugal ao fórum das nações livres e amantes da paz.

Ao cumprir todas as suas promessas, os capitães de Abril transformaram o seu acto libertador numa acção única na História da Humanidade. Disso se orgulham, nisso se revêem. Porque se não pode apagar a memória, porque importa ter presente a razão de ser do 25 de Abril, a A25A, assumindo-se como herdeira dos que tudo arriscaram para a libertação dos seus concidadãos, convida-o a conhecer a História desses acontecimentos.
Con estas sencillas, pero cálidas palabras, el Teniente Coronel ( en la reserva desde 1988)Vasco Lourenço, Presidente de la Associação 25 de Abril, nos recibe en la página web de su Asociación. Nacido en Castelo Branco en 1942, y que ingresó en la Academia Militar em 1960, perteneciendo al Arma de Infantería, luchando en las Guerras Coloniales en Guinea-Bissau de 1969 a 1971.
El destino quiso que el día 25 de abril de 1974 estuviese destinado en las Azores de 1974. Este miembro activo do Movimento dos Capitães, perteneció a la Comisión Política del Movimiento de las Fuerzas Armadas (MFA). Como se acerca el 33 aniversario de aquel hecho, inolvidable para los que carecíamos de libertad, creo que no es bueno zambullirse en un pasado que no volverá, pero si es una sano ejercicio democrático procurar que nuestra memoria no sea quebradiza, coyuntural y políticamente correcta, y recuperar a las puertas de un nuevo 25 de abril la frescura de los claveles rojos.
Hay muy buenas fuentes para un paseo sosegado por varios sitios de la red, en especial la propia base de datos de la Asociación Base de Datos Históricos, o la de la Universidad de Coimbra, que posee datos más completos Centro de Documentación 25 de abril, especialmente una completa colección de textos, imágenes, videos de aquella fecha Archivo electrónico de la Democracia Portuguesa.
Era uma vez um país cinzento onde nada acontecia... Ou melhor, as coisas e as pessoas aconteciam e nasciam, mas logo que acabavam de acontecer e de nascer, a cor era-lhes retirada, tudo passava a ser cinzento como nos noticiários da televisão da época. Até que...
Erase una vez un país ceniciento donde nunca pasaba nada... O mejor dicho, las cosas y las personas existian y nacían, pero inmediatamente que comenzaban a existir y a nacer, su color les era arrebatado, todo pasaba a ser ceniciento comos los noticiarios de la televisión de la época. Hasta que.....
25 de abril, una vez más, otro año más, merece la pena que inundemos nuestra vida de los valores y del color de los claveles rojos que cambiaron tantas cosas, que hoy siguen cambiando y que siempre cambiarán los grises y oscuros tiempos de aquellos que creen que cualquier pasado fue mejor.