
miércoles, 5 de mayo de 2010
Um Presidente Poeta: Manuel Alegre

domingo, 13 de septiembre de 2009
Españoles malos vecinos y aprovechados

Ferreira Leite se limitó a responder que las circunstancias de entonces son muy diferentes a las actuales y recurrió al tema de la crisis para decir que la materialización de la construcción del AVE Madrid-Lisboa, previsto para 2013, supondría un endeudamiento insostenible para el país. "Diga a sus camaradas de la frontera que dejen de hacer manifestaciones, peticiones y presiones sobre el tema del AVE", se quejó la candidata conservadora, quien acabó por añadir que se refería a "algunos dirigentes españoles, en conjunto con portugueses, que se han manifestado contra ella".
Sócrates volvió a ser claro en relación al AVE: "Portugal tiene que decidir si quiere la estación internacional en Badajoz o Lisboa". "Yo la quiero en Lisboa", remató.
sábado, 16 de mayo de 2009
Obrigado camarada Manuel Alegre


martes, 21 de abril de 2009
35 anos de liberdade


sábado, 13 de diciembre de 2008
Fórum das Esquerdas


Mañana como miembro del Movimento de Intervençao e Cidadanía tengo un cita ineludible en Lisboa a la que no pienso faltar.
Na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, um novo encontro das esquerdas subordinado ao tema "Democracia e Serviços Públicos".O Apelo para a sua realização é subscrito por mais de cinquenta personalidades dos vários quadrantes da esquerda e independentes. Manuel Alegre, Ana Drago e Maria do Rosário Gama encerram os debates.
O "novo ciclo" da esquerda está em marcha com o debate Democracia e Serviços Públicos segundo palavras do deputado socialista Manuel Alegre que justifica a sua presença no 2º Fórum das Esquerdas, dizendo que não se trata de um encontro partidário
Trata-se de um movimento de cidadãos, filiados e não filiados que pretende encontrar "outras" soluções. “Não é uma reunião inter-partidária, é uma reunião de cidadãos e cidadãs de esquerda - uns têm filiação partidário, outros não têm - e que procuram encontrar-se e buscar novas soluções para uma época que exige grandes mudanças”.
É tempo de falar da "esquerda" e mudar o rumo do nosso tempo.
martes, 29 de julio de 2008
Portugal minha outra terrinha

domingo, 13 de abril de 2008
Zeca Afonso - Grândola Vila Morena na TV da Galicia
Mais um 25 de abril
miércoles, 19 de marzo de 2008
Os negócios milionários da Igreja em Portugal

Com a fé das pessoas não se brinca…(nem deviam produzir-se escritos de opinião!) Mas podem e devem produzir-se escritos sobre sucessos comerciais; empresas empreendedoras, em vias de expansão e com garantia de sucesso.
miércoles, 14 de noviembre de 2007
Eurodeputado inglês

O eurodeputado considera que «em qualquer circunstância os cidadãos britânicos devem ser protegidos contra sistemas estrangeiros duvidosos».
domingo, 14 de octubre de 2007
Blogueando que es gerundio

Una vez más, ya van dos, Cáceres se convertirá los días 2,3 y 4 de noviembre en el punto de cita para poder aprender todos un poco más sobre este mundo de la blogosfera.
Já é hora de ultrapassar velhas fronteiras, de partilhar trabalhos, de procurar linhas de trabalho novas, tudos temos em Cáceres uma data para nao esquecer.
Até o día 2 no EFINDEX 07.
miércoles, 10 de octubre de 2007
Desmemoria histórica

lunes, 17 de septiembre de 2007
Amizades perigosas

O Presidente norte-americano salientou a importância do «trabalho conjunto» entre os EUA e a União Europeia e agradeceu a José Sócrates o apoio de Portugal nas intervenções militares no Afeganistão e no Iraque. (Este Bush no se acuerda que el del cuarteto de las Azores era José Manuel Durao Barroso, líder conservador y no socialista como Sócrates).
Em declarações a jornalistas, no domingo, o presidente em exercício da UE considerou fundamental que União Europeia e Estados Unidos «olhem para o futuro» e deixem para trás as divergências em relação à intervenção militar norte-americana no Iraque. (Bush siguió sin enterarse que quiso decir si Barroso puso la Base de las Lajes).
«Todas os pontos que apontei precisam de uma coordenação entre a União Europeia e os Estados Unidos», defendeu, adiantando que «o futuro constrói-se com uma cooperação cada vez mais intensa» entre os dois blocos políticos.
Durante o encontro, além de debaterem questões bilaterais (como a presença portuguesa na NATO), Sócrates e Bush tentarão aproximar as posições dos Estados Unidos e da União Europeia em relação ao processo de paz no Médio Oriente, ao estatuto futuro da província sérvia do Kosovo, ao relançamento das relações transatlânticas e às energéticas e ambientais.
martes, 31 de julio de 2007
Manuel Alegre, poeta e socialista

Manuel Alegre el día 23 de julio publicaba un artículo en el Diario Público , artículo que merece la pena leer, e igualmente el llamamiento y apoyo que en nombre del MOVIMENTO DE INTERVENÇAO E CIDADANIA, nos realiza a todos los miembros del mismo ,José de Faria Costa, Presidente da Mesa da Assembleia Geral do MIC, Llamamiento que suscribo como miembro participante del MIC y hago mías las palabras de Manuel Alegre.
Contra o medo, liberdade
Nasci e cresci num Portugal onde vigorava o medo. Contra eles lutei a vida inteira. Não posso ficar calado perante alguns casos ultimamente vindos a público. Casos pontuais, dir-se-á. Mas que têm em comum a delação e a confusão entre lealdade e subserviência. Casos pontuais que, entretanto, começam a repetir-se. Não por acaso ou coincidência. Mas porque há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da Pide. Casos pontuais em si mesmos inquietantes. E em que é tão condenável a denúncia como a conivência perante ela.
Não vivemos em ditadura, nem sequer é legítimo falar de deriva autoritária. As instituições democráticas funcionam. Então porquê a sensação de que nem sempre convém dizer o que se pensa? Porquê o medo? De quem e de quê? Talvez os fantasmas estejam na própria sociedade e sejam fruto da inexistência de uma cultura de liberdade individual.
Sottomayor Cardia escreveu, ainda estudante, que “só é livre o homem que liberta”. Quem se cala perante a delação e o abuso está a inculcar o medo. Está a mutilar a sua liberdade e a ameaçar a liberdade dos outros. Ora isso é o que nunca pode acontecer em democracia. E muito menos num partido como o PS, que sempre foi um partido de homens e mulheres livres, “o partido sem medo”, como era designado em 1975. Um partido que nasceu na luta contra a ditadura e que, depois do 25 de Abril, não permitiu que os perseguidos se transformassem em perseguidores, mostrando ao mundo que era possível passar de uma ditadura para a democracia sem cair noutra ditadura de sinal contrário.
Na campanha do penúltimo congresso socialista, em 2004, eu disse que havia medo. Medo de falar e de tomar livremente posição. Um medo resultante da dependência e de uma forma de vida partidária reduzida a seguir os vencedores (nacionais ou locais) para assim conquistar ou não perder posições (ou empregos). Medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado. No PS sempre houve sensibilidades, contestatários, críticos, pessoas que não tinham medo de dizer o que pensam e de ser contra quando entendiam que deviam ser contra. Aliás, os debates desse congresso, entre Sócrates, eu próprio e João Soares, projectaram o PS para fora de si mesmo e contribuíram em parte para a vitória alcançada nas legislativas. Mas parece que foram o canto do cisne. Ora o PS não pode auto-amordaçar-se, porque isso seria o mesmo que estrangular a sua própria alma.
Há, é claro, o álibi do governo e da necessidade de reduzir o défice para respeitar os compromissos assumidos com Bruxelas. O governo é condicionado a aplicar medidas decorrentes de uma Constituição económica europeia não escrita, que obriga os governos a atacar o seu próprio modelo social, reduzindo os serviços públicos, sobrecarregando os trabalhadores e as classes médias, que são pilares da democracia, impondo a desregulação e a flexigurança e agravando o desemprego, a precariedade e as desigualdades. Não necessariamente por maldade do governo. Mas porque a isso obriga o Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) conjugado com as Grandes Orientações de Política Económica. Sugeri, em tempos, que se deveria aproveitar a presidência da União Europeia para lançar o debate sobre a necessidade de rever o PEC. O Presidente Sarkozy tomou a iniciativa de o fazer. Gostei de ouvir Sócrates a manifestar-se contra o pensamento único. Mas é este que condiciona e espartilha em grande parte a acção do seu governo.
Não vou demorar-me sobre a progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde, com, entre outras coisas, as taxas moderadoras sobre cirurgias e internamentos. Nem sobre o encerramento de serviços que agrava a desertificação do interior e a qualidade de vida das pessoas. Nem sobre a proposta de lei relativa ao regime do vínculo da Administração Pública, que reduz as funções do Estado à segurança, à autoridade e às relações internacionais, incluindo missões militares, secundarizando a dimensão administrativa dos direitos sociais. Nem sobre controversas alterações ao estatuto dos jornalistas em que têm sido especialmente contestadas a crescente desprotecção das fontes, com o que tal representa de risco para a liberdade de imprensa, assim como a intromissão indevida de personalidades e entidades na respectiva esfera deontológica. Nem sobre o cruzamento de dados relativos aos funcionários públicos, precedente grave que pode estender-se a outros sectores da sociedade. Nem ainda sobre a tendência privatizadora que, ao contrário do Tratado de Roma, onde se prevê a coexistência entre o público, o privado e o social, está a atingir todos os sectores estratégicos, incluindo a Rede Eléctrica Nacional, as Águas de Portugal e o próprio ensino superior, cujo novo regime jurídico, apesar das alterações introduzidas no parlamento, suscita muitas dúvidas, nomeadamente no que respeita ao princípio da autonomia universitária.
Todas estas questões, como muitas outras, são susceptíveis de ser discutidas e abordadas de diferentes pontos de vista. Não pretendo ser detentor da verdade. Mas penso que falta uma estratégia que dê um sentido de futuro e de esperança a medidas, algumas das quais tão polémicas, que estão a afectar tanta gente ao mesmo tempo.
Há também o álibi da presidência da União Europeia. Até agora, concordo com a acção do governo. A cimeira com o Brasil e a eventual realização da cimeira com África vieram demonstrar que Portugal, pela História e pela língua, pode ter um papel muito superior ao do seu peso demográfico. Os países não se medem aos palmos. E ao contrário do que alguém disse, devemos orgulhar-nos de que venha a ser Portugal, em vez da Alemanha, a concluir o futuro Tratado europeu. Parafraseando um biógrafo de Churchill, a presidência portuguesa, na cimeira com o Brasil, recrutou a língua portuguesa para a frente da acção política. Merece o nosso aplauso. O que não merece palmas é um certo estilo parecido com o que o PS criticou noutras maiorias. Nem a capacidade de decisão erigida num fim em si mesma, quase como uma ideologia. A tradição governamentalista continua a imperar em Portugal. Quando um partido vai para o governo, este passa a mandar no partido que, pouco a pouco, deixa de ter e manifestar opiniões próprias. A crítica é olhada com suspeita, o seguidismo transformado em virtude.
Admito que a porta é estreita e que, nas circunstâncias actuais, as alternativas não são fáceis. Mas há uma questão em relação à qual o PS jamais poderá tergiversar: essa questão é a liberdade. E quem diz liberdade diz liberdades. Liberdade de informação, liberdade de expressão, liberdade de crítica, liberdade que, segundo um clássico, é sempre a liberdade de pensar de maneira diferente. Qualquer deriva nesta matéria seria para o PS um verdadeiro suicídio.
António Sérgio, que é uma das fontes do socialismo português, prezava o seu “querido talvez” por oposição ao espírito dogmático. E Antero de Quental chamava-nos a atenção para estarmos sempre alerta em relação a nós próprios, porque “mesmo quando nos julgamos muito progressistas, trazemos dentro de nós um fanático e um beato.” Temo que actualmente pouco ou nada se saiba destas e doutras referências.
Não se pode esquecer também a responsabilidade de um poder mediático que orienta a agenda política para o culto dos líderes, o estereotipo e o espectáculo, em detrimento do debate de ideias, da promoção do espírito crítico e da pedagogia democrática. Tenho por vezes a impressão de que certos políticos e certos jornalistas vivem num país virtual, sem povo, sem história nem memória.
Não tenho qualquer questão pessoal com José Sócrates, de quem muitas vezes discordo mas em quem aprecio o gosto pela intervenção política. O que ponho em causa é a redução da política à sua pessoa.
Responsabilidade dele? A verdade é que não se perfilam, por enquanto, nenhumas alternativas à sua liderança. Nem dentro do PS nem, muito menos, no PSD. Ora isto não é bom para o próprio Sócrates, para o PS e para a democracia. Porque é em situações destas que aparecem os que tendem a ser mais papistas que o papa. E sobretudo os que se calam, os que de repente desatam a espiar-se uns aos outros e os que por temor, veneração e respeitinho fomentam o seguidismo e o medo.
Sei, por experiência própria, que não é fácil mudar um partido por dentro. Mas também sei que, assim como, em certos momentos, como fez o PS no verão quente de 75, um partido pode mobilizar a opinião pública para combates decisivos, também pode suceder, em outras circunstâncias, como nas presidenciais de 2006 e, agora, em Lisboa, que os cidadãos, pela abstenção ou pelo voto, punam e corrijam os desvios e o afunilamento dos partidos políticos. Há mais vida para além das lógicas de aparelho. Se os principais partidos não vão ao encontro da vida, pode muito bem acontecer que a recomposição do sistema se faça pelo voto dos cidadãos. Tanto no sentido positivo como negativo, se tal ocorrer em torno de uma qualquer deriva populista. Há sempre esse risco. Os principais inimigos dos partidos políticos são aqueles que, dentro deles, promovem o seu fechamento e impedem a mudança e a abertura.
Por isso, como em tempo de outros temores escreveu Mário Cesariny: “Entre nós e as palavras, o nosso dever falar.” Agora e sempre contra o medo, pela liberdade.
Bem-haja Manuel Alegre
martes, 17 de julio de 2007
Provérbios Tugas

jueves, 5 de julio de 2007
Llegar a la India


«Temos uma boa base, agora é preciso fechar o tema. Não podemos permitir que se reabram questões a que já se chegou a acordo», frisou Durão Barroso, recebendo total concordância por parte de Sócrates. Para o primeiro-ministro, é importante «passar do mandato para o Tratado»: «Investiremos o máximo das nossas energias, nos primeiros meses, nessa tarefa», sublinhou.
Refira-se que no calendário português está agendado para 23 de Julho a abertura da Conferência Intergovernamental, que vai negociar a redacção final do texto do futuro Tratado Reformador da UE, com vista à aprovação do documento em Outubro. O desejo é «fechar esta matéria o mais cedo possível» e isso poderá acontecer a 18 e 19 de Outubro, quando Lisboa receber a cimeira informal de líderes dos 27.
Polónia vai ajudar
Tema central neste tema é a posição da Polónia, que tem servido como pólo desestabilizador na discussão do Tratado. Para Durão Barroso não há dúvidas: «Não se vai reabrir nenhum assunto acerca do qual se chegou a acordo durante a última cimeira. É claro que há trabalho a fazer, mas é impensável abrir aspectos antigos. Não acredito, aliás, que alguém coloque essa hipótese».
José Sócrates, em total sintonia, lembrou que Portugal tem apenas um mandato, pelo que não se pode falar em referendos a um tratado que não existe. «Vejo países com vontade de assumir rapidamente o texto, por isso queremos resolver a questão até Outubro, correspondendo ao desejo de todos», referiu, sabendo que «há muito trabalho a fazer»
Pressionados pela questão da Polónia, os dois interlocutores vincaram as suas posições. «Estou em contacto permanente com os responsáveis pelo país e não tenho dúvidas que a Polónia vai respeitar o acordo», disse Durão Barroso, que se manifestou «muito confiante» numa posição favorável do primeiro-ministro Jaroslaw Kaczynski.
José Sócrates reiterou essa posição: «Dizer-se que a Polónia não quer avançar com este mandato só pode ser um equívoco, pois trata-se de um mandato claro e um acordo preciso. Portugal não espera mais problemas com a Polónia do que com outro país. Esperamos, aliás, uma forte colaboração da Polónia, pois foi um dos actores principais na discussão».
sábado, 30 de junio de 2007
Salazarismo

Pinheiro da Silva é ainda claro quanto aos partidos políticos de Portugal «São um embuste. Não queremos nada com os partidos, não somos democratas, somos nacionalistas», explicou defendendo que «Salazar nunca foi fascista nem existiu uma ditadura em Portugal».
Site do NEOS atacado por «brincalhões»
O objectivo do NEOS é repor a verdade histórica e ser fiel à memória do antigo ditador. Para a sua prossecução criaram um sítio na Internet povoado de documentos, artigos e imagens alusivas ao «Obreiro da Pátria». O
O sítio foi atacado várias vezes nos últimos oito meses e chegaram a haver ameaças aos elementos do NEOS, mas «nunca tivemos medo» explicou João Gomes que acredita que os autores foram «apenas uns brincalhões que gostam de atacar sites e o nosso é naturalmente polémico. Queremos apenas evidenciar a verdade histórica de Salazar. As pessoas comem tudo que ouvem», aludiu.
Ao «amigo Fidel» e à Rússia nunca chamaram ditadores, porquê?»
O NEOS vai celebrar o aniversário de Salazar, no próximo sábado, dia 28 de Abril, com um almoço e uma ida à Igreja em Lisboa. Um evento que Pinheiro da Silva diz não ter qualquer ligação com a proibição da romagem à campa do antigo ditador, em Santa Comba Dão. «Já comemoramos a data há 16 anos», tantos quantos os anos que o NEOS já conta.
Por outro lado, Pinheiro da Silva mostrou-se apreensivo quanto ao possível Museu de Salazar em Santa Comba Dão. «Se for para repor a verdade história de Salazar somos a favor, mas tememos que seja contra», lamentou o responsável.
«Somos fiéis à memória de Salazar», explicou Pinheiro da Silva que assegurou que a «ditadura de Salazar foi uma invenção» dos comunistas que «chamam fascistas a todos que não são comunistas». Ao «amigo Fidel e à Rússia nunca chamaram ditadores, porquê?», pergunta.
O Presidente do NEOS foi ainda delegado à ONU por Portugal e assegurou que naquela organização os portugueses eram bem conhecidos e tratados, dado que os seus elementos «sabiam a segurança que existia no nosso país», ao «contrário de agora».
Havia a «verdadeira liberdade que agora é uma mentira»
Pinheiro da Silva sente saudade e tristeza em relação ao quadro político de agora e dava tudo para poder voltar ao tempo de Salazar, no qual, diz, «a verdadeira liberdade existia. Agora é uma mentira», acusa.
O responsável considerou que a liberdade de expressão não existe com a actual «censura camuflada». «Não havia censura, eu sempre tive liberdade para escrever o que queria, mas sempre soube o que não devia escrever», para não «atacar o Estado».
Agora Pinheiro Da Silva diz conhecer amigos que escrevem artigos para jornais que nunca são publicados por que «não são politicamente correctos».
martes, 8 de mayo de 2007
Fotos nas Ruas em Estremoz

A cidade alentejana de Estremoz é «invadida» este mês com exposições de fotografia, espalhadas por espaços culturais, mas também pelas ruas e às portas das lojas, no decorrer de um certame dedicado à «Imagem».
O Vereador da Cultura e Vice Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Dr. João Carlos Rodrigues Fragoso Chouriço disse que a iniciativa está inserida num projecto autárquico designado por «Meses Temáticos».
Algumas exposições de fotografia estão nas ruas e às portas das lojas, para que as pessoas que habitualmente não vão às salas de exposição e aos museus também tenham hipótese de desfrutar das imagens.
Com o objectivo de «levar a imagem às pessoas», as exposições ao ar livre estão patentes na Rua 31 de Janeiro e no Rossio Marquês de Pombal, na área dos principais cafés da cidade. A intenção, explicou o autarca, «passa por levar as pessoas a percorrer a cidade para apreciar as imagens que estão expostas em diferentes espaços».
O «Mês da Imagem» conta com uma exposição fotográfica que inclui trabalhos do sétimo Prémio de Fotojornalismo, promovido pela revista Visão e pelo BES. O programa apresenta ainda actividades relacionadas com a educação pela imagem, num projecto que pretende fazer uma aproximação e contacto regular dos jovens alunos com a linguagem cinematográfica, sobretudo com o cinema português realizado por uma nova geração de cineastas.
Uma das actividades, «Europa em curtas para crianças», incluiu um programa de filmes de animação adequado a crianças a partir dos três anos, que pretende ser um testemunho da riqueza do cinema de animação europeu.
domingo, 29 de abril de 2007
La Fiesta del Trabajo Nazional

A justiça social, o combate ao capitalismo selvagem, mas também o combate à luta de classes, são "bandeiras" que os Nacionalistas reclamam para si. Nessa medida, a nossa jornada não é sectária, mas integral.
viernes, 20 de abril de 2007
jueves, 19 de abril de 2007
33 años de claveles rojos
Nadie mejor que Fernando José Salgueiro Maia, encarna la imagen de un día que quedó grabado en todas nuestras retinas. Nadie mejor que el encarna la figura de los capitanes de abril, al frente de una columna de viejos tanques y vehículos acorazados que partió la madrugada del 25 desde la Escuela Práctica de Caballería de Santarém, cercó en el Terreiro do Paço (sede de los Ministerios) al Gobierno y consiguió, al final de aquella tarde, que Marcelo Caetano se rindiera, en el Cuartel do Carmo, de la Guardia Nacional Republicana. Salgueiro Maia Com tudo isso, a Revolução dos Cravos pôs fim ao isolacionismo a que Portugal estava condenado há já vários anos e ajudou ao nascimento de novos países independentes. Constituindo-se o movimento pioneiro de enormes transformações democráticas em todo o mundo e demonstrando que as Forças Armadas não estão condenadas a ser um instrumento de opressão, podendo, pelo contrário, ser um elemento libertador dos povos.
Democratizar, Descolonizar e Desenvolver foi o lema que então fez regressar Portugal ao fórum das nações livres e amantes da paz.
Ao cumprir todas as suas promessas, os capitães de Abril transformaram o seu acto libertador numa acção única na História da Humanidade. Disso se orgulham, nisso se revêem. Porque se não pode apagar a memória, porque importa ter presente a razão de ser do 25 de Abril, a A25A, assumindo-se como herdeira dos que tudo arriscaram para a libertação dos seus concidadãos, convida-o a conhecer a História desses acontecimentos.

