
miércoles, 21 de noviembre de 2007
Lizartzako Udala

domingo, 15 de julio de 2007
Lisboa, ya tiene alcalde socialista

El pacto postelectoral con Maria José Nogueira Pinto, concejala del CDS-PP, le dio la mayoría absoluta en el pleno.
sábado, 26 de mayo de 2007
Beautiful Sunday

miércoles, 23 de mayo de 2007
martes, 15 de mayo de 2007
Con morgaño y a lo loco

domingo, 13 de mayo de 2007
O que é, afinal, a democracia?

Não é fato que, no momento exato em que a cédula é introduzida na urna, o eleitor transfere para outras mãos a parcela de poder político que detinha até então?
Qualquer manual de direito constitucional nos ensina que a democracia é “uma organização interna do Estado por meio da qual a origem e o exercício do poder político cabe ao povo, permitindo essa organização ao povo governado que também governe, através de seus representantes eleitos”. Aceitar definições como essa, de tal pertinência que quase se confunde com as ciências exatas, corresponderia, quando transpostas para nossa era, a não levar em conta a infinita graduação de estados patológicos com os quais, a qualquer momento, nosso corpo pode ser confrontado.
Em outras palavras: o fato de que a democracia possa ser definida com muita precisão não significa que ela realmente funcione. Uma breve incursão na história das idéias políticas leva a duas observações, muitas vezes relegadas sob o pretexto de que o mundo muda. A primeira para lembrar que a democracia surgiu em Atenas, por volta do século V antes de Cristo; ela pressupunha a participação de todos os homens livres no governo da cidade; baseava-se na forma direta e os cargos eram efetivos, ou atribuídos, por meio de um sistema misto de sorteio e de eleição; e os cidadãos tinham o direito de voto e o de apresentar propostas nas assembléias populares.
É, no entanto - esta é a segunda observação - em Roma, a sucessora dos gregos, é que o sistema democrático não conseguiu se impor. O obstáculo veio com o poder econômico colossal de uma aristocracia latifundiária que via na democracia um inimigo direto. Apesar do risco de qualquer tipo de extrapolação, seria possível deixar de questionar se os impérios econômicos contemporâneos não seriam também adversários radicais da democracia, ainda que mantenham as aparências?
As instâncias do poder político tentam desviar nossa atenção do óbvio: dentro do próprio mecanismo eleitoral, encontram-se em conflito uma opção política, representada pelo voto, e uma abdicação cívica. Não é fato que, no momento exato em que a cédula é introduzida na urna, o eleitor transfere para outras mãos – sem qualquer contrapartida, salvo promessas feitas durante a campanha eleitoral – a parcela de poder político que detinha até então enquanto membro da comunidade de cidadãos?
Pode passar pelo espírito de alguns leitores uma desagradável suspeita sobre minhas convicções democráticas, tendo em vista minhas notórias posições ideológicas... Defendo a idéia de um mundo verdadeiramente democrático que se tornaria realidade dois mil e quinhentos anos depois de Sócrates, Platão e Aristóteles. Essa quimera grega de uma sociedade harmoniosa, que não se dividiria em senhores e escravos, tal como a concebem os cândidos espíritos que ainda acreditam na perfeição.
A vontade política e o voto
Poderão dizer: mas as democracias ocidentais não são censitárias, nem racistas e o voto do cidadão rico e branco tem o mesmo valor nas urnas que o do cidadão pobre e de pele morena. Se confiássemos em tais aparências, teríamos atingido o supra-sumo da democracia.
Sob o risco de diminuir essas paixões, eu diria que as realidades brutais do mundo em que vivemos tornam ridículo esse cenário idílico e que, de uma ou de outra maneira, acabaremos por cair num organismo autoritário dissimulado sob os mais belos paramentos da democracia.
O direito de voto, por exemplo, expressão de uma vontade política, também é um ato de renúncia a essa mesma vontade, pois o eleitor a delega a um candidato. O ato de votar, pelo menos para uma parcela da população, é uma forma de renúncia temporária à ação política pessoal, discretamente adiada até as eleições seguintes, quando os mecanismos de delegação de poder voltarão ao ponto de partida para tudo recomeçar de novo.
Vínculos reveladores
Essa renúncia pode constituir, para a minoria eleita, o primeiro passo de um mecanismo que muitas vezes autoriza, apesar das vãs esperanças dos eleitores, a determinação de objetivos que nada têm de democráticos e podem até ser autênticas ofensas à lei. Em princípio, não ocorreria a ninguém eleger como representantes no Parlamento pessoas corruptas, ainda que a triste experiência nos ensine que as altas esferas do poder, no plano nacional e internacional, são ocupadas por criminosos desse tipo ou por seus representantes. Nenhum exame ao microscópio dos votos depositados nas urnas permitiria tornar visíveis os vínculos reveladores das relações entre os Estados e os grupos econômicos cujas ações ilícitas – até de guerra – conduzem nosso planeta rumo à catástrofe.
Pensávamos ter avançado, mas, na realidade, recuamos. Falar de democracia se tornará cada vez mais absurdo se nos obstinarmos em identificá-la com instituições que respondem por partidos, parlamentos ou governos, sem proceder a um exame do uso que estes últimos fazem do voto que lhes permitiu o acesso ao poder. Uma democracia que não faz autocrítica está condenada à paralisia.
Qualifico-os assim porque não vejo outra forma de designá-los. Uma verdadeira democracia que, como um sol, inundasse todos os povos com sua luz, deveria começar pelo que temos à mão, ou seja, o país em que nascemos, a sociedade em que vivemos, a rua em que moramos.
A questão principal que se coloca para qualquer tipo de organização humana, desde que o mundo é mundo, é a do poder. E o principal problema é o de identificar quem o detém, de verificar por que meios o conseguiu, o uso que dele faz, os métodos que utiliza e quais são suas ambições.
Se a democracia realmente fosse o governo do povo, para o povo e pelo povo, terminaria o debate. Mas não é esse o caso. E só um espírito cínico se arriscaria a afirmar que o mundo em que vivemos vai às mil maravilhas.
Também se diz que a democracia é o menos ruim dos sistemas políticos e ninguém ressalta que essa constatação resignada de um modelo que se contenta em ser “o menos ruim” pode constituir um freio à busca por algo de “melhor”.
O poder democrático é, por sua natureza, sempre provisório. Depende da estabilidade das eleições, do fluxo das ideologias e dos interesses de classe. É possível ver nele uma espécie de barômetro orgânico que registra as variações da vontade política da sociedade. Porém, de maneira flagrante, só se computam as alternâncias políticas aparentemente radicais, que resultam em mudanças de governo, mas que não são acompanhadas por transformações sociais, econômicas e culturais tão fundamentais quanto o resultado da eleição faria supor.
Na realidade, chamar um governo “socialista”, ou “social-democrata”, ou ainda “conservador”, ou “liberal”, e denominá-lo “poder” não passa de uma operação estética barata. Trata-se de fingir dar nome a algo que não está ali, onde querem nos fazer crer que esteja. Pois o poder, o verdadeiro poder, está em outro lugar: é o poder econômico. É aquele do qual percebemos o contorno em filigrana, mas que nos foge quando tentamos aproximar-nos e contra-ataca se entende que desejamos limitar sua influência, submetendo-o às regras do interesse geral.
Aqui, apenas enuncio verdades elementares. Os estrategistas políticos, de toda e qualquer filiação partidária, impuseram um silêncio prudente para que ninguém ousasse insinuar que continuamos cultivando a mentira e aceitamos ser seus cúmplices.
O chamado sistema democrático parece, cada vez mais, um governo dos ricos e, cada vez menos, um governo do povo. Impossível negar o óbvio: a massa de pobres convocada a votar jamais é chamada a governar. Na hipótese de um governo formado pelos pobres, em que estes representassem a maioria – como Aristóteles o imaginou, em sua Política –, eles não disporiam de meios para modificar a organização do universo dos ricos, que os dominam, os vigiam e os oprimem.
A pretensa democracia ocidental entrou numa etapa de transformação retrógrada que ela é incapaz de deter e cujas conseqüências previsíveis serão sua própria negação. Não é necessário que alguém assuma a responsabilidade de liquidá-la; ela própria se suicida diariamente.
jueves, 15 de marzo de 2007
28 años de Alcaldes Socialistas


Una acción sincera y honesta tapará otras muchas deshonestas.
¿En que condiciones afrontamos aquellas primeras elecciones?
¿Cómo eran nuestros pueblos y ciudades?
¿Dónde encontrábamos a nuestros candidatos?
En el Partido, compañeras y compañeros éramos un grupo de amigos, todos nos conocíamos, nuestras Asambleas Provinciales se constituían y a ella asistían todos los militantes, tuvimos que suplir con imaginación lo que teóricamente nos faltaba de preparación.
¿Cuántos conocían como funcionaba un Ayuntamiento?
Quiero rendir un honesto homenaje a todos aquellos compañeros y compañeras que asumieron aquel reto, a aquellos que se sacrificaron con ilusión para devolver la esperanza a los ciudadanos de sus pueblos, con el convencimiento del “que se sacrifica a sí mismo nunca yerra”.
El paisaje de nuestros pueblos y ciudades era desolador: los pocos que tenían vehículo propio eran una excepción, todos usábamos la “LEDA” o la “TALLESA” o cuando no la “CACHONDA” de V.CABALLERO, los viajes eran como una expedición al Polo Norte, las paradas continuas, el cobrador era el recadero de todos los parroquianos de cada pueblo: una carta para el amigo, un encargo para Don Fulano o Doña Mengana, los bultos, la fauna ovina-caprina-porcina y avícola eran nuestros compañeros de viaje, y cuando las cosas se ponían feas la “TALLESA” decía que hasta allí había llegado. Ese era el paisaje de nuestra Extremadura. Mientras tanto en la rebotica del Señor Boticario, el médico, el cura, el alcalde y el comandante del puesto, decidían sobre la vida y hacienda de nuestros pueblos y ciudades, habían sido investidos con la toga púrpura por el Consejero Nacional de Movimiento de turno y tenían mando en plaza. La única calle asfaltada era la del Alcalde y todo lo demás barbecho, polvo y tierra.
Pero como dice el son cubano, “en esto llegaron las elecciones y el pueblo mandó parar”. Aquellos que por abolengo, apellido, bienes, habían detentado el poder se vieron apeados del mismo por la voluntad popular. ¡Horror! Exclamaron, el cortijo propio va a ser administrado por gárrulos analfabetos, gañanes, paniaguados, morralla, pero era normal el pueblo se había dejado engañar por unos que todavía seguían teniendo cuernos y rabo, que despedían olor a azufre. ¡ VADE RETRO SATANAS! Gritaban desde algunos púlpitos los miembros más recalcitrantes del clero se acerca “el Apocalipsis”, la “descristianización”, las “venganzas personales” nacidas de tantos años de opresión y sometimiento, de dominio de los poderosos, en suma su mundo se venía abajo.
Pensaban como es posible que “aquellos que nacieron para macetas pasen del balcón”, entendían que se les usurpaba lo que les pertenecía y no hay cosa que más odien los mediocres que el ingenio que nuestros alcaldes y alcaldesas dieron su gestión.
Llegamos a los Ayuntamientos sin saber nada de ellos, del poder del Secretario, de las clases sociales dentro de los funcionarios, pero suplimos con imaginación nuestras carencias, teníamos una sabiduría innata, no la habíamos aprendido en los libros sino en el contacto con nuestros vecinos, sufriendo las mismas penurias y miserias que ellos, éramos parte del pueblo y con nosotros llegó el pueblo a los ayuntamientos, y así poco a poco fuimos cambiando la faz de nuestros pueblos, nuestros alcaldes y alcaldesas fueron: padre, madre, confesor, paño de lágrimas, deshacedores de entuertos, árbitros; hicimos que los servicios municipales se universalizaran, asfaltamos las calles, creamos infraestructuras, llevamos la luz a donde nunca había existido otra cosa que el carburo, pero ¡ eso ya forma parte del paisaje!.
Aquellos cantamañanas, señoritos de postín, eran como el famoso maestro ciruela aquel que no sabía escribir y quería poner una escuela, no se contentaron comenzaron a aprender a imitar nuestras acciones, a cambiar su lenguaje, y unas veces por meter la mano en vez de la pata, por pelearnos entre nosotros, en algunos municipios sobre todos los más importantes, la derecha de siempre recuperó el poder y nos costará volver a obtener recuperar la confianza de los ciudadanos, pero con esfuerzo, con tesón, con imaginación estoy seguro que lo conseguiremos.
Compañeros, envidio de una manera sana, aquellos tiempos, este ya cincuentón socialista fue elegido Concejal del Excelentísimo Ayuntamiento de Badajoz, pasé a formar parte de la Comisión de Gobierno y fue Teniente de Alcalde, eso sí sin competencias ya que estábamos en la oposición. Al año fui elegido Diputado Provincial, sustituyendo a un compañero que dimitió, y fue la bomba: un niñato de 24 añitos en esa Casa.
Pero el tiempo ha pasado, algunos comenzamos a pintar las primeras canas, el camino ha sido largo y aún quedan muchas cosas por solucionar, siempre hay temas pendientes, pero hay muchos que siguen en la brecha y en el mes de mayo volverán a demostrarnos que son lo mejor de nuestra casa, incansables al desaliento, siempre en la brecha, con renovadas energías e ilusiones, haciendo cada día que el futuro de nuestros pueblos y ciudades sea mejor.
Me siento orgulloso de haber sido uno de esos pioneros, hoy otros siguen la senda, es el tiempo de otros nuevos alcaldes y alcaldesas socialistas, somos una esperanza cierta y no vamos a defraudar a los ciudadanos que durante 28 años han confiado en nosotros.
Pero los tiempos cambian, hay augures que hablan de limitar el número de mandatos, que eso implica corrupción. ¿A quién se le ha ocurrido tal insensatez?. Nosotros mismos y los ciudadanos son los únicos que pueden apartaros de nuestra responsabilidad, nadie puede arrogarse en nombre de no sé que principios la posibilidad de subvertir la expresión máxima de la soberanía popular. Algunos dirán que eso de ser “alcalde” o "alcaldesa" es un chollo, que todos son ricos, bueno millonarios, yo creo con toda sinceridad que el que tal dice miente descaradamente o oculta oscuras intenciones, pero si es cierto que hay que racionalizar las retribuciones de los alcaldes y eso debe ser fruto de un consenso nacional de todas las fuerzas políticas, ya está bien de decir que los políticos llevan aparejado el adjetivo de “corruptos”, sólo los antisistema, los nostálgicos de otras etapas, los que acostumbraban a ir en prietas filas, recias marchas y en paisajes de montañas nevadas, quieren que todo vuelva a ser como era: el señor alcalde es un altruista y no tiene sueldo, pero si hábilmente han provocado el bochornoso asunto de los "pelotazos urbanísticos", igualmente algunos hábiles trileros se infiltraron entre nosotros y confundieron sus intereses personales con los generales, pero siempre hemos sido capaces de echarlos de nuestra casa, otros parece que están encantados de conocerse y salvo que los cojas " in fraganti" siempre negarán todo.
El próximo 27 de mayo tu ciudad, tu pueblo vuelve a necesitar un alcalde o una alcaldesa socialista, y estoy seguro que así será.
jueves, 22 de febrero de 2007
Paco Muñoz mi futuro Alcalde.

Paco Muñoz, mi nuevo Alcalde.
Decía José Martí en su poema "Mi verso es como un puñal"
sábado, 3 de febrero de 2007
Paco Muñoz. Un Alcalde para Badajoz

