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lunes, 22 de octubre de 2007

Que facer para mudar o mundo?


Grupo de sábios reúne-se na Costa Rica nos próximos quatro dias para encontrar saídas para a crise na América Latina e Caraíbas. Vão discutir onde gastar dez mil milhões de dólares nos próximos cinco anos e tentar recolocar o continente no caminho certo. Bjorn Lomborg, conhecido por ser o «ambientalista céptico», é o impulsionador do projecto «Não é o fim do mundo» .
«Quais são as prioridades da América Latina e Caraíbas, onde os países parecem numa encruzilhada, não sabendo qual o seu papel no mundo e vendo outros continentes evoluir mais rápida e eficazmente?». A pergunta é lançada pelo sociólogo Bjorn Lomborg, o controverso «ambientalista céptico» que pôs o mundo a pensar sobre as reais prioridades para o mundo.
Mientras tanto Marianillo ha hablado con su primo, que es Físico, y dice que nada de nada que todo esta muy bien y que nada más que hay alarmistas. José Sócrates le dijo a José Manuel Durao Barroso que que el nuevo "papelito de Lisboa", ese de los 27, era guay con las palabras tan tugas "PORREIRO PÁ".
Ayer en Suiza las 3 ovejitas blancas echaron a la negra y uno de los Kaczynski se ha quedado sin el poder en esa Polonia que se chuta en vena diariamente Radio Maryja que patronea ese clérigo llamado Tadeusz Rydzyk.
Vamos por mal camino caralho do caralhal.

lunes, 17 de septiembre de 2007

Amizades perigosas


José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa ha ido de visita a la Casa Blanca,hoy a pasar un ratito con su amigo George Walker Bush, si ese que no recibe a José Luis Rodríguez Zapatero, pero como es un portugués muy educado se ha sentado en la silla y no ha puesto los zapatones como Ansar en la mesa. Son cosas de la política europea y el Nota de Sócrates a ido a visitar al Gran Timonel del Imperio del Mundo Mundial.
O presidente norte-americano, George W. Bush, e o primeiro-ministro português, José Sócrates, concordaram esta segunda-feira, em Washington, com a necessidade de uma forte cooperação entre a UE e os EUA em prol da segurança mundial.
Bush e Sócrates falavam a jornalistas no final do encontro de cerca de uma hora que mantiveram ao fim da manhã, na Casa Branca.
O Presidente norte-americano salientou a importância do «trabalho conjunto» entre os EUA e a União Europeia e agradeceu a José Sócrates o apoio de Portugal nas intervenções militares no Afeganistão e no Iraque. (Este Bush no se acuerda que el del cuarteto de las Azores era José Manuel Durao Barroso, líder conservador y no socialista como Sócrates).
Por seu lado, José Sócrates, que falou em inglês, bien falado no como Jose Ansar,disse que a sua primeira prioridade é manter «uma Europa forte e unida» e trabalhar «em estreita coordenação com os EUA a favor da estabilidade e da segurança mundial». ¿Quién dijo miedo?.
Na dupla qualidade de presidente em exercício da União Europeia e de primeiro-ministro de Portugal, Sócrates teve o seu primeiro encontro oficial com George W. Bush, não sem antes fazer o seu «jogging» matinal nos jardins do Lincoln Memorial, espaço que homenageia em Washington o 16º presidente dos EUA (Abraham Lincoln - 1809-1865). (es un crack este tuga).
No domingo, primeiro dia da visita aos Estados Unidos, José Sócrates encerrou, no Smithsonien Institut, em Washington, a exposição sobre os Descobrimentos «Abraçando o globo: Portugal e o mundo nos séculos XVI e XVII», em que prometeu que o Governo de Lisboa «tudo fará» para a levar a Portugal.
Em declarações a jornalistas, no domingo, o presidente em exercício da UE considerou fundamental que União Europeia e Estados Unidos «olhem para o futuro» e deixem para trás as divergências em relação à intervenção militar norte-americana no Iraque. (Bush siguió sin enterarse que quiso decir si Barroso puso la Base de las Lajes).
«O mais importante é olharmos para o futuro», porque «Estados Unidos e Europa partilham um património de valores. A relação transatlântica está sempre no topo da agenda da política externa da União Europeia».
Em relação a George W. Bush, o primeiro-ministro luso fez questão de frisar que «é sempre bem-vindo a Portugal» e que os Estados Unidos «são um país amigo». Invitandole al Algarve a ver si aclara lo de la menina Madeleinne, una vez que deje la Casa Branca y se dedique a arreglar el mundo.
«A relação transatlântica esta sempre no topo da agenda da UE e de Portugal e é essencial para os Direitos do Homem e para a democracia no Mundo», salientou Sócrates.
Sócrates disse ainda que iria informar o presidente dos Estados Unidos «sobre a agenda da União Europeia para os próximos meses», incluindo os temas do Afeganistão, Médio Oriente e Kosovo.
«Todas os pontos que apontei precisam de uma coordenação entre a União Europeia e os Estados Unidos», defendeu, adiantando que «o futuro constrói-se com uma cooperação cada vez mais intensa» entre os dois blocos políticos.
Durante o encontro, além de debaterem questões bilaterais (como a presença portuguesa na NATO), Sócrates e Bush tentarão aproximar as posições dos Estados Unidos e da União Europeia em relação ao processo de paz no Médio Oriente, ao estatuto futuro da província sérvia do Kosovo, ao relançamento das relações transatlânticas e às energéticas e ambientais.
Debió ser un tierno momento, bajo la atenta mirada de Condoleezza Rice, esa chica de color tan simpática, y este Sócrates intentando explicarle a George que el no era el Tercer Moranco (Barroso es clavado a los hermanos Cadaval), pero como la alta política es así el Nota de Sócrates ya ha sido recibido por Bush, ahora los del Partido Popular rajarán lo que no está escrito, pero lo que más me gusta del cameo es el buen rollito y el jogging matinal del tuga, para nota.
Cuidado con las amistades peligrosas que luego te toman por amigo de Bush y a ver como convences a los portugueses para que te vuelvan a votar.

jueves, 5 de julio de 2007

Llegar a la India




José Manuel Durão Barroso, portugués todo él, Presidente de la Comisión Europea ha dicho, ante la la asunción por parte de la República Portuguesa de la Presidencia semestral de la Unión Europea con fecha 1 de julio, que: Se pensarmos no caminho marítimo para a Índia, descoberto pelos portugueses, poderá dizer-se que na questão do novo Tratado a presidência alemã fez o trabalho de Bartolomeu Dias, passando o Cabo da Boa Esperança. Agora, cabe à presidência portuguesa chegar à Índia, seguindo o trajecto de Vasco da Gama.
A imagem feliz foi transmitida durante a conferência de imprensa conjunta com José Sócrates, no final do primeiro dia de trabalho da presidência portuguesa da União Europeia, que teve lugar no Porto.
O mandato, aprovado na última cimeira da UE, é uma conquista sublinhada pelo próprio primeiro-ministro, que se assumiu confiante na execução do texto «até Outubro», servindo-se, assim, da colaboração da Polónia, país que mais entraves tem criado ao avanço do tratado.

«Temos uma boa base, agora é preciso fechar o tema. Não podemos permitir que se reabram questões a que já se chegou a acordo», frisou Durão Barroso, recebendo total concordância por parte de Sócrates. Para o primeiro-ministro, é importante «passar do mandato para o Tratado»: «Investiremos o máximo das nossas energias, nos primeiros meses, nessa tarefa», sublinhou.

Refira-se que no calendário português está agendado para 23 de Julho a abertura da Conferência Intergovernamental, que vai negociar a redacção final do texto do futuro Tratado Reformador da UE, com vista à aprovação do documento em Outubro. O desejo é «fechar esta matéria o mais cedo possível» e isso poderá acontecer a 18 e 19 de Outubro, quando Lisboa receber a cimeira informal de líderes dos 27.

Polónia vai ajudar

Tema central neste tema é a posição da Polónia, que tem servido como pólo desestabilizador na discussão do Tratado. Para Durão Barroso não há dúvidas: «Não se vai reabrir nenhum assunto acerca do qual se chegou a acordo durante a última cimeira. É claro que há trabalho a fazer, mas é impensável abrir aspectos antigos. Não acredito, aliás, que alguém coloque essa hipótese».

José Sócrates, em total sintonia, lembrou que Portugal tem apenas um mandato, pelo que não se pode falar em referendos a um tratado que não existe. «Vejo países com vontade de assumir rapidamente o texto, por isso queremos resolver a questão até Outubro, correspondendo ao desejo de todos», referiu, sabendo que «há muito trabalho a fazer»

Pressionados pela questão da Polónia, os dois interlocutores vincaram as suas posições. «Estou em contacto permanente com os responsáveis pelo país e não tenho dúvidas que a Polónia vai respeitar o acordo», disse Durão Barroso, que se manifestou «muito confiante» numa posição favorável do primeiro-ministro Jaroslaw Kaczynski.

José Sócrates reiterou essa posição: «Dizer-se que a Polónia não quer avançar com este mandato só pode ser um equívoco, pois trata-se de um mandato claro e um acordo preciso. Portugal não espera mais problemas com a Polónia do que com outro país. Esperamos, aliás, uma forte colaboração da Polónia, pois foi um dos actores principais na discussão».
Estos portugas, buena gente, siguen pensando en el saudosismo sebastianista, y si se creen que los Gemelos Polacos se van a quedar quietecitos y no dar la barrila van dados, ahora lo que es para nota es la frase del baranda de Durao Barroso, eso de llegar a la India es como si en vez de presidir la Comisión Europea, este antiguo maoísta, ahora líder conservador le hubiera dado al aguardente bagaçeira mais que menos y siga pensando en la Nau Catrineta aquela que estava na volta do mar.
Coitados tugas no saben la que les espera con esa Europa trufada de líderes derechistas que creen que lo mejor es que Europa siga siendo el Patio de Monipodio.