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lunes, 4 de junio de 2007

Marchar pelo Ambiente










Recibido de mi prezado e muito querido amigo, camarada e companheiro Goyo Tovar el eco-meme, a la hora cierta y el día indicado, comenzó a espalharse pelo mundo lusófono o apoio a o compromisso de Marchar pelo Ambiente , nesta data professores e alunos querem sensibilizar para a reciclagem e preservação da cidade de Lisboa, é amanhá dia 5 de junho cerca de 700 alunos e professores das escolas dos 2º e 3º ciclos de Lisboa vão realizar nesta terça-feira, Dia Mundial do Ambiente, uma marcha ecológica na Baixa pombalina pela reciclagem e preservação da limpeza da cidade.


No será la única oleada, la red se llenará de activistas dispuestos a hacer realidad que no nos coja el vacío y la desesperanza. El PNUMA no es una quimera, una ecosofía o una entelequia, es algo mucho más profundo y desde este nuevo uso solidario y comprometido de las nuevas tecnologías, de nuestros modestos blogs, como los antiguos practicantes de la agi-pro (a muchos no se nos ha olvidado) vamos a dar la tabarra el 5 de junio de 2007, desde o Minho até a Beira Interior, desde o Archipélago dos Açores até Pernambuco e Rio Grande do Sul, as marés das naus levaram a nossa menssagem de lutar e trabalhar para que o vazio nao chegue.


Vai-lá uma monstra do viagem pelo mundo de nosso contributo, é simplesmente um poeminha do meu admirado e prezado Manuel Alegre tirado do seu novo libro Doze Naus.


O VAZIO

Por vezes de repente há um vazio
nem um gesto nem voz nem pensamento
terrível como a foz do grande rio
onde vai dar algures o esquecimento.

Nem branco ou negro nem sequer cinzento
um calor sem calor. Frio sem frio.
Nao há nada por fora. E nada dentro.
Nao é menos nem mais. É só vazio.

No habrá vacío, mañana mostraré mi contributo realizando mi paseo diario en bicicleta, ya atardecido, recorreré 3 kilómetros de la autovía/autoestrada que une Espanha e Portugal a través del Puente José Saramago, tres en territorio español y tres en territorio portugués con una mochila con dos bolsas de plástico, en ellas iré echando todo los papeles que me encuentre a un lado y a otro de la antigua raia fronteiriça, acabada la faena verteré los papeles en los contenedores de cada país, en cada uno de ellos los que contenga la bolsa correspondiente, no se cuál será el resultado, pero me atrevo a aventurar cuál será la bolsa más llena, yo si se cuál será. Vocês acho que também sabem qual será a bolsa mais enchida de papéis, a espanhola, nao tenho dúbidas.

Y atado a esta banderita




miércoles, 23 de mayo de 2007

Conseguir o Impossível




Apresentação pública do livro "Conseguir o Impossível" é no dia 29 de Maio, terça-feira, Hotel Altis, Sala Milão. Com a participação de Manuel Alegre e dos coordenadores do livro, esta obra será apresentada por Manuel Villaverde Cabral. O livro conta a história da candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República em 2006.

Como foi possível a uma candidatura sem apoio partidário organizar uma campanha em torno de uma estratégia e de uma mensagem que mostraram ter elevada eficácia política e eleitoral? Com capítulos de várias personalidades, do próprio Manuel Alegre e de voluntários que viveram a campanha, o livro conta-nos a história da estratégia adoptada, da organização do voluntariado e dos papéis da Internet e dos movimentos de cidadãos que se geraram à volta da campanha. Organizado por Helena Roseta, Manuela Júdice e Nuno David, o livro conta ainda com o posfácio de Nuno Júdice.
O poeta socialista ainda escreve poesía, a nova obra tem o nome de DOZE NAUS, A Professora Yvette Centeno, na apresentação da obra, afirmou que o poeta "escrevive", ou seja, "escreve para viver, em sentido absoluto, e vive para escrever, também em sentido absoluto." O que representa, explicou, "uma entrega fiel, que não permite hesitação ou outras mais fáceis escolhas."
Meresce a pena ler a intervençao da Professora Ivette no día 2 de maio de 2007, Doze Naus de Manuel Alegre, conclui desejando bons ventos e muito mar a este navegante na sua navegação.
E deixa um apelo ao leitor: que leia, pois ler faz parte da vida. Vive menos e menos bem quem não se entrega à leitura.