
jueves, 30 de agosto de 2007
Misión cumplida

miércoles, 8 de agosto de 2007
Encerrado para Férias


Bueno, después de dar saltitos durante los fines de semana, al Oeste Alentejano y Costa Vicentina, a Setúbal y al Algarve, me las piro a la Praia dos Tomates, uno es muy rojeras y debe beber siempre en las fuentes del rojerío, ainda de praia, en la ciudad algarvía de Albufeira, donde desde hace ya dos legislaturas campa por sus fueros el baranda de Desidério Jorge Silva, del PPD-PSD, un verdadero artista en la parcelación y construcción de viviendas, villas de lujo y ordeño de guiris de tuda parte do mundo.
lunes, 6 de agosto de 2007
Zeca em Setúbal

Não há velório nem morto
Os barões da vida boa
jueves, 2 de agosto de 2007
Amejorando Navarra
Mucha carga en flaca bestia ya es nuestra, porque pronto ha de caer. Así parece que deben pensar los compañeritos socialistas navarricos, eso de tener tantas señas identitarias, las Navarra Universitys ( la del OPUS DEI y la de la morralla), las cadenas del Rey Sancho, Fernando el Católico, 25 años del Amejoramiento del Fuero, esa Clínica Universitaria de donde sales niquelao, esa Orreaga o Roncesvalles ( allí son bilingües) donde parece que aún resuena el sonido de Olifante, el cuerno que tocaba el pobre del personaje de la Chanson de Roland, llamando a su Tito Carlomagno, en suma mucha clase y mucho fuero, pero de lo que se trata es de echarle mano al Gobierno de la Comunidad Foral, y la cosa está peliaguda y las margaritas se deshojan con cautela.
martes, 31 de julio de 2007
Manuel Alegre, poeta e socialista

Manuel Alegre el día 23 de julio publicaba un artículo en el Diario Público , artículo que merece la pena leer, e igualmente el llamamiento y apoyo que en nombre del MOVIMENTO DE INTERVENÇAO E CIDADANIA, nos realiza a todos los miembros del mismo ,José de Faria Costa, Presidente da Mesa da Assembleia Geral do MIC, Llamamiento que suscribo como miembro participante del MIC y hago mías las palabras de Manuel Alegre.
Contra o medo, liberdade
Nasci e cresci num Portugal onde vigorava o medo. Contra eles lutei a vida inteira. Não posso ficar calado perante alguns casos ultimamente vindos a público. Casos pontuais, dir-se-á. Mas que têm em comum a delação e a confusão entre lealdade e subserviência. Casos pontuais que, entretanto, começam a repetir-se. Não por acaso ou coincidência. Mas porque há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da Pide. Casos pontuais em si mesmos inquietantes. E em que é tão condenável a denúncia como a conivência perante ela.
Não vivemos em ditadura, nem sequer é legítimo falar de deriva autoritária. As instituições democráticas funcionam. Então porquê a sensação de que nem sempre convém dizer o que se pensa? Porquê o medo? De quem e de quê? Talvez os fantasmas estejam na própria sociedade e sejam fruto da inexistência de uma cultura de liberdade individual.
Sottomayor Cardia escreveu, ainda estudante, que “só é livre o homem que liberta”. Quem se cala perante a delação e o abuso está a inculcar o medo. Está a mutilar a sua liberdade e a ameaçar a liberdade dos outros. Ora isso é o que nunca pode acontecer em democracia. E muito menos num partido como o PS, que sempre foi um partido de homens e mulheres livres, “o partido sem medo”, como era designado em 1975. Um partido que nasceu na luta contra a ditadura e que, depois do 25 de Abril, não permitiu que os perseguidos se transformassem em perseguidores, mostrando ao mundo que era possível passar de uma ditadura para a democracia sem cair noutra ditadura de sinal contrário.
Na campanha do penúltimo congresso socialista, em 2004, eu disse que havia medo. Medo de falar e de tomar livremente posição. Um medo resultante da dependência e de uma forma de vida partidária reduzida a seguir os vencedores (nacionais ou locais) para assim conquistar ou não perder posições (ou empregos). Medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado. No PS sempre houve sensibilidades, contestatários, críticos, pessoas que não tinham medo de dizer o que pensam e de ser contra quando entendiam que deviam ser contra. Aliás, os debates desse congresso, entre Sócrates, eu próprio e João Soares, projectaram o PS para fora de si mesmo e contribuíram em parte para a vitória alcançada nas legislativas. Mas parece que foram o canto do cisne. Ora o PS não pode auto-amordaçar-se, porque isso seria o mesmo que estrangular a sua própria alma.
Há, é claro, o álibi do governo e da necessidade de reduzir o défice para respeitar os compromissos assumidos com Bruxelas. O governo é condicionado a aplicar medidas decorrentes de uma Constituição económica europeia não escrita, que obriga os governos a atacar o seu próprio modelo social, reduzindo os serviços públicos, sobrecarregando os trabalhadores e as classes médias, que são pilares da democracia, impondo a desregulação e a flexigurança e agravando o desemprego, a precariedade e as desigualdades. Não necessariamente por maldade do governo. Mas porque a isso obriga o Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) conjugado com as Grandes Orientações de Política Económica. Sugeri, em tempos, que se deveria aproveitar a presidência da União Europeia para lançar o debate sobre a necessidade de rever o PEC. O Presidente Sarkozy tomou a iniciativa de o fazer. Gostei de ouvir Sócrates a manifestar-se contra o pensamento único. Mas é este que condiciona e espartilha em grande parte a acção do seu governo.
Não vou demorar-me sobre a progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde, com, entre outras coisas, as taxas moderadoras sobre cirurgias e internamentos. Nem sobre o encerramento de serviços que agrava a desertificação do interior e a qualidade de vida das pessoas. Nem sobre a proposta de lei relativa ao regime do vínculo da Administração Pública, que reduz as funções do Estado à segurança, à autoridade e às relações internacionais, incluindo missões militares, secundarizando a dimensão administrativa dos direitos sociais. Nem sobre controversas alterações ao estatuto dos jornalistas em que têm sido especialmente contestadas a crescente desprotecção das fontes, com o que tal representa de risco para a liberdade de imprensa, assim como a intromissão indevida de personalidades e entidades na respectiva esfera deontológica. Nem sobre o cruzamento de dados relativos aos funcionários públicos, precedente grave que pode estender-se a outros sectores da sociedade. Nem ainda sobre a tendência privatizadora que, ao contrário do Tratado de Roma, onde se prevê a coexistência entre o público, o privado e o social, está a atingir todos os sectores estratégicos, incluindo a Rede Eléctrica Nacional, as Águas de Portugal e o próprio ensino superior, cujo novo regime jurídico, apesar das alterações introduzidas no parlamento, suscita muitas dúvidas, nomeadamente no que respeita ao princípio da autonomia universitária.
Todas estas questões, como muitas outras, são susceptíveis de ser discutidas e abordadas de diferentes pontos de vista. Não pretendo ser detentor da verdade. Mas penso que falta uma estratégia que dê um sentido de futuro e de esperança a medidas, algumas das quais tão polémicas, que estão a afectar tanta gente ao mesmo tempo.
Há também o álibi da presidência da União Europeia. Até agora, concordo com a acção do governo. A cimeira com o Brasil e a eventual realização da cimeira com África vieram demonstrar que Portugal, pela História e pela língua, pode ter um papel muito superior ao do seu peso demográfico. Os países não se medem aos palmos. E ao contrário do que alguém disse, devemos orgulhar-nos de que venha a ser Portugal, em vez da Alemanha, a concluir o futuro Tratado europeu. Parafraseando um biógrafo de Churchill, a presidência portuguesa, na cimeira com o Brasil, recrutou a língua portuguesa para a frente da acção política. Merece o nosso aplauso. O que não merece palmas é um certo estilo parecido com o que o PS criticou noutras maiorias. Nem a capacidade de decisão erigida num fim em si mesma, quase como uma ideologia. A tradição governamentalista continua a imperar em Portugal. Quando um partido vai para o governo, este passa a mandar no partido que, pouco a pouco, deixa de ter e manifestar opiniões próprias. A crítica é olhada com suspeita, o seguidismo transformado em virtude.
Admito que a porta é estreita e que, nas circunstâncias actuais, as alternativas não são fáceis. Mas há uma questão em relação à qual o PS jamais poderá tergiversar: essa questão é a liberdade. E quem diz liberdade diz liberdades. Liberdade de informação, liberdade de expressão, liberdade de crítica, liberdade que, segundo um clássico, é sempre a liberdade de pensar de maneira diferente. Qualquer deriva nesta matéria seria para o PS um verdadeiro suicídio.
António Sérgio, que é uma das fontes do socialismo português, prezava o seu “querido talvez” por oposição ao espírito dogmático. E Antero de Quental chamava-nos a atenção para estarmos sempre alerta em relação a nós próprios, porque “mesmo quando nos julgamos muito progressistas, trazemos dentro de nós um fanático e um beato.” Temo que actualmente pouco ou nada se saiba destas e doutras referências.
Não se pode esquecer também a responsabilidade de um poder mediático que orienta a agenda política para o culto dos líderes, o estereotipo e o espectáculo, em detrimento do debate de ideias, da promoção do espírito crítico e da pedagogia democrática. Tenho por vezes a impressão de que certos políticos e certos jornalistas vivem num país virtual, sem povo, sem história nem memória.
Não tenho qualquer questão pessoal com José Sócrates, de quem muitas vezes discordo mas em quem aprecio o gosto pela intervenção política. O que ponho em causa é a redução da política à sua pessoa.
Responsabilidade dele? A verdade é que não se perfilam, por enquanto, nenhumas alternativas à sua liderança. Nem dentro do PS nem, muito menos, no PSD. Ora isto não é bom para o próprio Sócrates, para o PS e para a democracia. Porque é em situações destas que aparecem os que tendem a ser mais papistas que o papa. E sobretudo os que se calam, os que de repente desatam a espiar-se uns aos outros e os que por temor, veneração e respeitinho fomentam o seguidismo e o medo.
Sei, por experiência própria, que não é fácil mudar um partido por dentro. Mas também sei que, assim como, em certos momentos, como fez o PS no verão quente de 75, um partido pode mobilizar a opinião pública para combates decisivos, também pode suceder, em outras circunstâncias, como nas presidenciais de 2006 e, agora, em Lisboa, que os cidadãos, pela abstenção ou pelo voto, punam e corrijam os desvios e o afunilamento dos partidos políticos. Há mais vida para além das lógicas de aparelho. Se os principais partidos não vão ao encontro da vida, pode muito bem acontecer que a recomposição do sistema se faça pelo voto dos cidadãos. Tanto no sentido positivo como negativo, se tal ocorrer em torno de uma qualquer deriva populista. Há sempre esse risco. Os principais inimigos dos partidos políticos são aqueles que, dentro deles, promovem o seu fechamento e impedem a mudança e a abertura.
Por isso, como em tempo de outros temores escreveu Mário Cesariny: “Entre nós e as palavras, o nosso dever falar.” Agora e sempre contra o medo, pela liberdade.
Bem-haja Manuel Alegre
martes, 24 de julio de 2007
Menosprecio de Corte y Alabanza de Aldea

lunes, 23 de julio de 2007
Apanhámos o perigoso «Solitário»

Responsável por dezenas de assaltos, «O Solitário» é considerado responsável pelo assassinato de dois agentes da Guarda Civil, que o tentarem deter após uma infracção de trânsito em 2004, e pela morte de um polícia municipal em 2001.
As autoridades espanholas já confirmaram que o indivíduo detido na Figueira da Foz é o assaltante procurado há muito tempo conhecido como «O Solitário».
O modus operandi para realizar os assaltos era quase sempre o mesmo: disfarçado com uma peruca e uma barba postiça, e armada com uma pistola ou revólver, Solitário assaltava perto das 11 horas. As forças de segurança calculam que o suspeito tem cerca de 45 anos e aparenta 1,70 m.
A operação de captura, que envolveu cerca de duas dezenas de agentes à civil da Directoria de Coimbra e da Direcção Central de Combate ao Banditismo da PJ, foi montada em redor da instituição bancária e acabou por culminar na detenção do suspeito que se fazia transportar num furgão.
jueves, 19 de julio de 2007
La lucha contra el Dengue

La fiebre hemorrágica de dengue (FHD) es otra forma más grave, en la que pueden sobrevenir hemorragias y a veces un estado de choque, que lleva a la muerte. En los niños es sumamente grave. La Enfermedad del Dengue, permite al profano conocer más sobre ella.
martes, 17 de julio de 2007
Provérbios Tugas

domingo, 15 de julio de 2007
Lisboa, ya tiene alcalde socialista

El pacto postelectoral con Maria José Nogueira Pinto, concejala del CDS-PP, le dio la mayoría absoluta en el pleno.
jueves, 12 de julio de 2007
La gaviota carroñera

Ese libelo panfletario denominado Libertad Digital, donde escriben todas las cobras de escalera de la derecha más casposa y caínita de este país, relataba la manifa pepera con una crónica para nota, El PSOE justifica su ausencia, y los peperos de pro aprovechaban la memoria del desdichado joven para seguir atizando al Gobierno.
lunes, 9 de julio de 2007
Los 3 de Leganés


Guadalupe Bragado, chica pepera que no pepinera, follonera y un poco borde, ha sido reinona en Leganés durante 22 días. Ayer se fueron de manifa, como le han cogido el gusto estos peperos a la rue, para apoyar a la Señora Alcaldesa unos 400 ciudadanos antes de que hoy se le acabe el reinado de 22 días por una moción de censura conjunta del PSOE e IU contra la Alcaldesa eventual.
El 27 de mayo, la lista del Partido Popular ( encabezada por la Señora Bragado) fue la más votada en el municipio de Leganés, ya lo fue en 2003, pero la lógica y la lealtad a lo pactado falló y el día 16 de junio en el Teatro del Centro Cívico "José Saramago", los tres de Leganés ( los concejales electos de IU: Raúl Calle, Alarico Rubio y José Castejón) se abstuvieron en la votación para la elección de Alcalde y salió elegida Alcaldesa la baranda de la Señora Bragado, que rápidamente ligó de telemóvel para Espe y esta acudió rauda y veloz a darle ósculos y mimitos a la nueva Alcaldesa.
Los 3 de Leganés salieron por patas del Centro Cívico ante la bronca general de la basca izquierdosa de Leganés, ya que desde 1979 siempre hubo alcalde socialista en este municipio, y parecía mentira que estos pavos se hubiesen saltado el acuerdo federal por cuestiones de poco peso. Pero al final las cosas volvieron a la normalidad y se aplacaron los malos rollos y el 27 presentaron la moción de censura conjunta porque ambos tenían claro, PSOE e IU se entiende, que Leganés se merece un gobierno de izquierdas así que hoy Leganés volverá a tener un Alcalde socialista.
Los peperos y la Bragado, como era de esperar se han cabreado muito y han largao lo que no está escrito en los papeles, así el secretario general del PP madrileño y consejero de Presidencia de la Comunidad de Madrid( con Espe), Francisco Granados, el bandarra que presidió la Comisión de Investigación del Tamayazo, calificó la moción como "uno de los episodios más sórdidos, oscuros y vergonzantes de la historia de la democracia del país". Siempre habla un cojo - que me perdonen los que padecen tan discapacidad - y la menda de la Bragado se despachó, visiblemente enojada, que el tema era "un escándalo". "Esto demuestra que no les importa lo que les preocupa a los ciudadanos y que sólo les importa aferrarse al poder a cualquier costa", quién dijo miedo, ¡Eh!.
Mire usted señora Bragado la costa es muy simple, usted ha obtenido 36.283 votos (39,42%) y 12 concejales; el PSOE 35.213 votos (38,25%) y 11 concejales e IU 11.920 votos (12,95%) y 3 concejales, la suma de PSOE+IU da 47.133 votos y el 51,20%. Así que a la oposición y a persistir en el intento.
Que le vaya bonito Señora, ha sido usted un elemento temporal muy efímero.
jueves, 5 de julio de 2007
Llegar a la India


«Temos uma boa base, agora é preciso fechar o tema. Não podemos permitir que se reabram questões a que já se chegou a acordo», frisou Durão Barroso, recebendo total concordância por parte de Sócrates. Para o primeiro-ministro, é importante «passar do mandato para o Tratado»: «Investiremos o máximo das nossas energias, nos primeiros meses, nessa tarefa», sublinhou.
Refira-se que no calendário português está agendado para 23 de Julho a abertura da Conferência Intergovernamental, que vai negociar a redacção final do texto do futuro Tratado Reformador da UE, com vista à aprovação do documento em Outubro. O desejo é «fechar esta matéria o mais cedo possível» e isso poderá acontecer a 18 e 19 de Outubro, quando Lisboa receber a cimeira informal de líderes dos 27.
Polónia vai ajudar
Tema central neste tema é a posição da Polónia, que tem servido como pólo desestabilizador na discussão do Tratado. Para Durão Barroso não há dúvidas: «Não se vai reabrir nenhum assunto acerca do qual se chegou a acordo durante a última cimeira. É claro que há trabalho a fazer, mas é impensável abrir aspectos antigos. Não acredito, aliás, que alguém coloque essa hipótese».
José Sócrates, em total sintonia, lembrou que Portugal tem apenas um mandato, pelo que não se pode falar em referendos a um tratado que não existe. «Vejo países com vontade de assumir rapidamente o texto, por isso queremos resolver a questão até Outubro, correspondendo ao desejo de todos», referiu, sabendo que «há muito trabalho a fazer»
Pressionados pela questão da Polónia, os dois interlocutores vincaram as suas posições. «Estou em contacto permanente com os responsáveis pelo país e não tenho dúvidas que a Polónia vai respeitar o acordo», disse Durão Barroso, que se manifestou «muito confiante» numa posição favorável do primeiro-ministro Jaroslaw Kaczynski.
José Sócrates reiterou essa posição: «Dizer-se que a Polónia não quer avançar com este mandato só pode ser um equívoco, pois trata-se de um mandato claro e um acordo preciso. Portugal não espera mais problemas com a Polónia do que com outro país. Esperamos, aliás, uma forte colaboração da Polónia, pois foi um dos actores principais na discussão».
sábado, 30 de junio de 2007
Salazarismo

Pinheiro da Silva é ainda claro quanto aos partidos políticos de Portugal «São um embuste. Não queremos nada com os partidos, não somos democratas, somos nacionalistas», explicou defendendo que «Salazar nunca foi fascista nem existiu uma ditadura em Portugal».
Site do NEOS atacado por «brincalhões»
O objectivo do NEOS é repor a verdade histórica e ser fiel à memória do antigo ditador. Para a sua prossecução criaram um sítio na Internet povoado de documentos, artigos e imagens alusivas ao «Obreiro da Pátria». O
O sítio foi atacado várias vezes nos últimos oito meses e chegaram a haver ameaças aos elementos do NEOS, mas «nunca tivemos medo» explicou João Gomes que acredita que os autores foram «apenas uns brincalhões que gostam de atacar sites e o nosso é naturalmente polémico. Queremos apenas evidenciar a verdade histórica de Salazar. As pessoas comem tudo que ouvem», aludiu.
Ao «amigo Fidel» e à Rússia nunca chamaram ditadores, porquê?»
O NEOS vai celebrar o aniversário de Salazar, no próximo sábado, dia 28 de Abril, com um almoço e uma ida à Igreja em Lisboa. Um evento que Pinheiro da Silva diz não ter qualquer ligação com a proibição da romagem à campa do antigo ditador, em Santa Comba Dão. «Já comemoramos a data há 16 anos», tantos quantos os anos que o NEOS já conta.
Por outro lado, Pinheiro da Silva mostrou-se apreensivo quanto ao possível Museu de Salazar em Santa Comba Dão. «Se for para repor a verdade história de Salazar somos a favor, mas tememos que seja contra», lamentou o responsável.
«Somos fiéis à memória de Salazar», explicou Pinheiro da Silva que assegurou que a «ditadura de Salazar foi uma invenção» dos comunistas que «chamam fascistas a todos que não são comunistas». Ao «amigo Fidel e à Rússia nunca chamaram ditadores, porquê?», pergunta.
O Presidente do NEOS foi ainda delegado à ONU por Portugal e assegurou que naquela organização os portugueses eram bem conhecidos e tratados, dado que os seus elementos «sabiam a segurança que existia no nosso país», ao «contrário de agora».
Havia a «verdadeira liberdade que agora é uma mentira»
Pinheiro da Silva sente saudade e tristeza em relação ao quadro político de agora e dava tudo para poder voltar ao tempo de Salazar, no qual, diz, «a verdadeira liberdade existia. Agora é uma mentira», acusa.
O responsável considerou que a liberdade de expressão não existe com a actual «censura camuflada». «Não havia censura, eu sempre tive liberdade para escrever o que queria, mas sempre soube o que não devia escrever», para não «atacar o Estado».
Agora Pinheiro Da Silva diz conhecer amigos que escrevem artigos para jornais que nunca são publicados por que «não são politicamente correctos».
miércoles, 27 de junio de 2007
Guillermo Fernández Vara

domingo, 24 de junio de 2007
Otto y Fritz, los más frikis

miércoles, 20 de junio de 2007
Basta ya señora

La presidenta de la acreditada asociación, Rosario E. Moreno, ha comunicado a Rosa Díez la decisión adoptada por los socios en una carta en la que señala que “en tu caso, los socios del Club han tenido en cuenta especialmente tu enorme capacidad de comunicación para llegar a muchos segmentos de la población con argumentos sencillos y directos. Igualmente ha sido importante para tu designación la valentía de tu protesta contra el déficit de libertades en el País Vasco elevando tu voz en todos los foros donde te has podido manifestar por encima de intereses de partido, en unos momentos especialmente sensibles y delicados para la sociedad española.”
El acto de entrega tendrá lugar el próximo viernes en un conocido hotel de Madrid.
miércoles, 13 de junio de 2007
La Tríada Capitolina

