

Cuando contar una guerra era un compromiso moral.
Ante un mundo que se tambalea, cruje ante las desigualdades,cuartea valores intrínsecos a los seres humanos y fomenta desigualdades y exclusiones, algunos pretendemos sentar las bases de un nuevo orden, de una nueva cosmogonía en la que predominen valores como la libertad y la justicia social. Hacer realidad, hoy y ahora, la utopia posible : HACIA UN MUNDO NUEVO



El Primer Ministro socialista de Portugal tiene problemillas sobre sus títulos académicos, las primeras noticias aparecieron en blogs y saltaron a la prensa nacional. Ayer compareció en la RTP para dar explicaciones sobre el tema, ha tardado más de la cuenta pero parece que el tema está aclarado.
¿Quién dijo que los blogs no tienen futuro?
Biografía de José Sócrates Carvalho Pinto de Melo
Entrevista de ayer en la RTP, para esclarecer dudas.
RTP – Sr. primeiro-ministro, esta questão da sua licenciatura prejudicou a sua actividade enquanto primeiro-ministro?
José Sócrates – Não, não perturbou. Eu não falei antes porque nas últimas semanas decorria um processo de inspecção à Universidade Independente (UnI) e o Governo tinha pela frente a necessidade de tomar uma decisão muita séria relativamente à UnI, como veio, aliás, a tomar. E achei que não devia, de nenhuma forma, condicionar nem o trabalho da inspecção nem a decisão do Governo, com alguma declaração com o meu caso pessoal.
– Se interviesse o que é que aconteceria?
- Eu julgo que não devíamos confundir as duas coisas. E isso é que era necessário, mantendo-me em silêncio até que o Governo tomasse uma decisão, para depois falar sobre o meu caso pessoal. E chegou o momento de o fazer. Tendo bem presente as minhas responsabilidades de primeiro-ministro, que sobrelevam às minhas necessidades ou à necessidade de dar uma resposta mais imediata que porventura tinha mais a ver com os interesses da minha imagem política, que decidi desta forma.
– E mantendo este tempo todo de silêncio?
– Os portugueses entendem bem o facto de ter feito prevalecer as responsabilidades de um primeiro-ministro, que deve falar quando deve falar desta matéria e não em função da sua imagem política.
– Como é que o senhor chega à UnI?
– Muito bem: chegou, portanto, o momento de me defender de todas as insinuações e prestar todos os esclarecimentos para que não fique a mínima dúvida sobre, em primeiro lugar, as minhas habilitações, e, em segundo lugar, sobre a forma como consegui essas habilitações sem nenhum tratamento de favor.
– Rejeita qualquer tratamento de favor que tenha obtido em qualquer das universidades onde tenha andado?
– Não só rejeito, como estou em condições... porque eu estou na situação extraordinária de ninguém ter provado que eu fui sujeito a uma situação excepcional e ter de provar que não fui favorecido em nenhuma situação. E é isso que pretendo fazer.
– Mas tem de o provar, porque surgiram uma série de inconsistências e de elementos pouco claros.
– Eu gostaria de começar pelas minhas habilitações. Em primeiro lugar, fiz quatro anos de bacharelato em Coimbra. Depois, inscrevi-me no ISEL para tirar a licenciatura num curso de estudos superiores especializados, onde fiz um ano. Depois, fui para a UnI, onde fiz um ano, e obtive a licenciatura. Uns anos depois de ter saído do Governo inscrevi-me num MBA no ISCTE, frequentei e terminei com aproveitamento o MBA. Estas habilitações também foram postas em causa nas últimas semanas sem nenhuma razão: tenho aqui os certificados que o provam. Fiz sete anos e meio de Ensino Superior e seis anos e meio dos quais passei em instituições públicas do Ensino Superior público e apenas um ano na UnI.
– E porque é que escolheu a UnI?
– Quando me inscrevi no ISEL, inscrevi-me num curso que dava equivalência a licenciatura. Ao fim de um ano, eu achei, como muitos outros colegas meus, que era melhor terminar a minha licenciatura numa universidade para terminar com uma licenciatura e não com um curso que dava equivalência. Mas também por uma outra razão: a UnI é perto do ISEL e funcionava, e funciona, em regime pós-laboral. Mas quero combater, desde já, a insinuação de que mudei do ISEL para a UnI para ter mais facilidades. Porventura eu teria algumas dificuldades no ISEL. Isso não é verdade. Isso cai pela base. Pelo certificado de habilitações do ISEL é fácil ver que as minhas notas não envergonham ninguém: tenho uma média superior a 14 valores.
– A UnI foi-lhe aconselhada por alguém?
– Foi-me aconselhada por muita gente. Insinuou-se também que as minhas equivalências tinham sido conferidas com um certo tratamento de favor pelo facto de eu ser membro do Governo na altura. Isso é falso. Eu fiz um requerimento ao senhor reitor, como todos os alunos. E recebi a resposta no dia 12 de Setembro de 1995. Neste dia eu era apenas um deputado da oposição. Não tinha havido sequer eleições.
– O certificado de habilitação do ISEL só foi passado mais de um ano depois do prazo legalmente estipulado na altura para o efeito. Ou seja, a UnI, quando lhe atribui um plano de equivalências, o faz apenas a presumir a sua boa-fé.
– Exactamente. Para mim, como para todos os alunos.
– É comum isso acontecer?
– É comum na UnI, como noutras, segundo estou informado. Eu disse à UnI: ‘eu tenho estas habilitações, mas não posso apresentá-las porque os professores ainda não lançaram as notas’. A universidade confiou na minha palavra, mas não me passou nenhum certificado posterior sem eu ter apresentado o certificado de habilitações do ISEL. E o mais importante é que as cadeiras que eu disse que tinha feito confirmei-as.
– Das cinco cadeiras que o senhor fez na UnI, as notas de quatro foram lançadas no mesmo dia em Agosto. As universidades costumam estar encerradas em Agosto, como é que explica isto?
– Um aluno não é responsável pelo funcionamento de uma universidade. E é comum e vulgar que os professores vão lançar as notas todas no mesmo dia.
– Quem é que lhe deu aulas da cadeira de Inglês Técnico?
– Quem me deu a cadeira de Inglês Técnico foi o reitor da UnI, reitor que eu só conheci durante a frequência do curso.
Para mi está muy claro que la legitimidad de un primer ministro viene de los votos que obtiene y no de los títulos que dice tener, pero a veces hay que cuidar estos detallitos y no decir que se es algo y no se tiene título que lo acredite.






La Unión de Resistentes Antifascistas de Portugal.
Parece que algunos sienten nostalgia del pasado, demasiada, el sábado en Santa Comba Dao, en su Auditorio Municipal se concentraron más de 300 personas, convocadas por la URAP, para mostrar su oposición a la creación del Museo que el Ayuntamiento, de derechas como no podía ser de otra manera, pretende crear en Vimeiro, la aldea donde nación el Dictador.
De um lado empunharam-se cravos vermelhos, proferiram-se palavras de ordem antifascistas e cantou-se a ‘Grândola Vila Morena’. Do outro, entoou-se o Hino Nacional, fizeram-se saudações fascistas e gritou-se ‘Viva Salazar’. A dividir os dois grupos de manifestantes, que se concentraram ontem à tarde em Santa Comba Dão, esteve um cordão policial que não deixou espaço da manobra para eventuais confrontos físicos.
António Oliveira Salazar morreu há 37 anos, mas continua a alimentar ódios e a despertar paixões. Desta vez, a razão dos protestos prende--se com a intenção da Câmara Municipal de Santa Comba Dão de criar um Centro de Estudos e Museu do Estado Novo, na antiga casa do ditador, no Vimieiro.Indignada com a ideia, a União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) organizou uma “sessão pública de afirmação das ideias antifascistas”, onde apresentou uma petição para requerer à Assembleia da República que impeça a instalação do Museu.O encontro, que teve o apoio do PCP e contou com a participação de cerca de 300 pessoas, decorreu no auditório municipal de Santa Comba Dão.Os discursos, transmitidos para o exterior por uma instalação sonora, foram dominados pelas críticas à eventual criação do núcleo museológico. Segundo disseram, a concretizar-se, o centro de estudos “não seria um factor de efectivo desenvolvimento do concelho, nem o pagamento de qualquer dívida de Santa Comba Dão a um filho da terra, mas uma organização centrada na propaganda do regime corporativo-fascista do Estado Novo do ditador Salazar”.Aurélio Santos, coordenador da URAP, foi mais longe. “Não se pode criar um local de peregrinação e exaltar a figura de um ditador, tentando falsear e branquear um período tenebroso da História de Portugal”, referiu.As forças de segurança chegaram a temer contra-manifestações de movimentos neonazis, mas apenas a população se concentrou em força no Largo do Balcão, frente ao auditório. Mantidos à distância por um forte dispositivo policial, os locais não se cansaram de apupar os membros da URAP. Os ânimos chegaram a exaltar-se quando os antifascistas se preparavam para abandonar o auditório, mas a GNR – que mobilizou um dispositivo com cerca de uma centena de homens – evitou os confrontos. “Salazar foi um grande homem. Se não for a câmara a fazer o museu fazemo-lo nós”, gritava um popular, visivelmente irritado com os discursos da URAP.A maioria da população parece estar a favor do projecto e ontem deu provas disso. “Se não quiséssemos o Museu Salazar, não era preciso vir gente de fora. Nós sabíamos lutar por isso”, afirmava outro morador, erguendo a mão numa espécie de saudação fascista, na direcção dos manifestantes.
UNS CONTRA, OUTROS A FAVOR- O momento mais ‘quente’ da tarde viveu-se quando os resistentes antifascistas se preparavam para sair de Santa Comba Dão. Um grupo de jovens levantou os braços e fez a saudação fascista em direcção à facção contrária, gritando, ao mesmo tempo, “Viva Salazar”. - “Santa Comba merece muito mais do que ficar no mapa turístico de saudosistas de uma ideologia repudiada e condenada pela História”, afirmou Alberto Andrade, um dos membros da União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) que discursou na sessão pública.-
O jovem Ricardo Costa, de 24 anos, classificou de “absurda” a manifestação dos antifascistas. “Concordo plenamente com a criação do museu. Era bom para desenvolver o turismo e para ajudar a compreender a nossa História”, disse.-
De cravos vermelhos na mão e punho cerrado no ar, os manifestantes antimuseu gritaram: “Fascismo nunca mais, 25 de Abril sempre”.
Apesar dos assobios da população, entoaram várias vezes a canção da revolução, ‘Grândola Vila Morena’.
Petição contra a concretização
do Museu Salazar
em Santa Comba Dão
Excelentíssimo Senhor
Presidente da Assembleia da República
Os cidadãos abaixo assinados vêm, por intermédio desta petição, solicitar a V. Exª e à Assembleia da República que tenham em devida conta os seguintes factos.
A Câmara Municipal de Santa Comba Dão, como é público e resulta de declarações do seu Presidente e de documentos assinados entre a Autarquia e um dos herdeiros de Oliveira Salazar, prepara-se para concretizar na casa onde viveu o falecido «Presidente do Conselho» da ditadura fascista, um Museu Salazar, ou do Estado Novo.
Este projecto assume o objectivo de materializar um pólo de saudosismo fascista e de revivalismo do regime ilegal e opressor, derrubado pelo 25 de Abril de 1974.
O Museu Salazar, se por hipótese absurda e inadmissível alguma vez se viesse a concretizar, não seria um factor de efectivo desenvolvimento do concelho, nem o pagamento de qualquer dívida de Santa Comba Dão a um «filho da Terra», porque esta nada lhe deve senão opressão e atraso económico e social, como aliás todo o país. E não seria um organismo «meramente científico», mas sim, objectivamente, uma organização centrada na propaganda do regime corporativo-fascista do «Estado Novo» e do ditador Salazar.
A Constituição da República proclama no seu preâmbulo: «A 25 de Abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas, coroando a longa resistência do povo português e interpretando os seus sentimentos profundos, derrubou o regime fascista. Libertar Portugal da ditadura, da opressão e do colonialismo representou uma transformação revolucionária e o início duma viragem histórica da sociedade portuguesa».
A mesma Constituição, no seu Artigo 46.º, n.º 4, proíbe as «organizações que perfilhem a ideologia fascista» e a Lei 64/78 define-as como as que « ... mostrem ... pretender difundir ou difundir efectivamente os valores, os princípios, os expoentes, as instituições e os métodos característicos dos regimes fascistas ..., nomeadamente ... o corporativismo ou a exaltação das personalidades mais representativas daqueles regimes ...», proibindo-lhes o exercício de toda e qualquer actividade.
A esta luz, os cidadãos abaixo assinados, consideram que o Museu Salazar, ou do Estado Novo, não pode concretizar-se, porque constituiria uma afronta a todos os portugueses que se identificam com a democracia e o seu acto fundador do 25 de Abril e, por isso, solicitam à Assembleia da República – em defesa do Regime Democrático Constitucional e da Lei – que condene politicamente o processo em curso, que visa materializar o Museu Salazar, e tome as medidas que julgue adequadas para impedir esse intento.
Para assinar clique.
Parece que hay mucho desmemoriado, mucho nostálgico, mucho huérfano que busca en las sombras negras del Estado Novo, en aquella dictadura cruel y despiadada, la vuelta a un pasado que ya no volverá.
25 de abril siempre. Viva la libertad.






Desde 1967, el 2 de abril —aniversario del nacimiento del escritor Hasn Christian Andersen, las Secciones Nacionales de IBBY organizan la celebración del Día Internacional del Libro Infantil y Juvenil para estimular el amor por la lectura y para promover el interés por los libros para niños. Cada año, un país miembro de dicha organización actúa como sponsor internacional de esta celebración. Su tarea consiste en convocar a un escritor destacado para redactar el mensaje a los niños del mundo y a un ilustrador famoso para diseñar un cartel. Estos materiales se utulizan de diferentes maneras para promover el libro y la lectura: a través de los medios de comunicación, de actividades en escuelas y bibliotecas públicas, de encuentros con autores, etc.
En 2007, la sección de Nueva Zelanda fue designada sponsor internacional. Para esta tarea, la organización convocó a la escritora Margaret Mahy- foto de arriba a la izquierda, ganadora del Premio Hans Christian Andersen 2006, para redactar el mensaje, y al ilustrador Zak Waipara —derecha— para diseñar el poster del Día Internacional del Libro Infantil y Juvenil.
Mensaje del Día Internacional del Libro Infantil.
Nunca olvidé cómo aprendí a leer. Cuando era niña, las palabras correteaban frente a mis ojos como pequeños escarabajos escurridizos. Pero yo era más inteligente que ellas. Aprendí a reconocerlas sin importar su veloz carrera. Por fin, por fin pude abrir libros y entender lo que estaba escritos. Fui capaz de leer cuentos y chistes y poemas yo sola.
Por supuesto hubo sorpresas. La lectura me dio poder sobre los cuentos y de alguna manera también les dio a los cuentos poder sobre mí. Nunca he podido escapar de ellos. Eso hace parte del misterio del a lectura.
Uno abre el libro, acoge las palabras y la historia, que es buena, explota en nuestro interior. Aquellos escarabajos que corren en línea recta de un lado al otro de la página en blanco, se convierten primero en palabras y luego en imágenes y sucesos mágicos. Aunque ciertas historias parecieran no tener nada que ver con la vida real... aunque se transformen en sorpresas de todo tipo y estiren sus posibilidades de una lado al otro como una goma elástica, al final los cuentos que son buenos nos devuelven a nosotros mismos. Están hechos de palabras y todos los seres humanos queremos tener aventuras con las palabras.
Casi todos empezamos como oyentes. Cuando somos bebés nuestras madres y nuestros padres juegan con nosotros, nos recitan rimas, nos tocan los dedos de los pies (Este dedito compró un huevito) o aplauden con nosotros (palmas, palmitas). Los juegos con palabras resuenan en voz alta y como niños, los escuchamos y reímos con ellos. Luego aprendemos a leer la tinta negra sobre la hoja blanca e inclusive cuando leemos en silencio, una voz está presente. ¿De quién es esa voz? Puede ser tu propia voz, la voz del lector. Pero es más que eso. Es la voz de la historia hablando desde el interior del lector.
Desde luego hay distintas formas de contar historias estos días. Las películas y la televisión tienen historias que contar aunque no usen el lenguaje de la misma manera que los libros. Los autores que trabajan en guiones de televisión o cine a menudo deben usar pocas palabras. "Que las imágenes cuenten la historia", dicen los expertos. Vemos televisión con otros, pero cuando leemos, casi siempre estamos solos.
Vivimos en un época en el mundo está lleno de libros. Es parte de la travesía del lector encontrar en la jungla de los textos alguna historia que salte de manera mágica... alguna historia tan emocionante y misteriosa que lo transforme. Creo que cada lector vive por aquel momento en que la palabra cotidiana cambia para dar paso a una nueva broma, a una nueva idea, a una nueva posibilidad con una nueva verdad dada por el poder de las palabras. "¡Si, cierto, dice la voz en nuestro interior. "¡Te reconozco!" ¡qué emoción leer!.
Margaret Mahy
Hoy es un día para la esperanza, para la paz, para la cultura, para el entendimiento entre los pueblos, un libro puede hacer que este mundo sea mejor, los niños son nuestros mejores aliados.








Han irrumpido con fuerza en el panorama de los "palenques" nacionales e internacionales de la música latina, este grupo, nacido por generación espontánea, en un experimento realizado en los laboratorios experimentales de la Universidad San Pablo-CEU, los sótanos de la COPE, los fondos documentales de la Fundación Francisco Franco y el Centro de Prospección Musical "España Cañí", coordinado por José María Michavila (experto en músicas latinas) que adscrito a la Fundación FAES (Fundación para el Análisis y los Estudios Sociales) presidida por Don José María Aznar López, ha lanzado al estrellato al Mariachi de Pepetitlán.
Esta idea se ha plasmado, ha cuajado y con el apoyo del Grupo Mediático de Mr. Rupert Murdoch ( magnate australiano que controla lo que no está escrito en los papeles), y la estrecha colaboración del 14 Consejero del Grupo News Corporation, Don José María Aznar López, padre de la criatura ha roto todas las previsiones inciales.
Así su lanzamiento en el Madison Square Garden, hace escasos días, ha supuesto una avalancha de ciudadanos mexicanos( los espaldas mojadas no podían entrar, excepto los paniaguados del PAN) hacia New York, que ha puesto en serios aprietos a la MIGRA, al Departamento de Defensa y a la propia White House, pero la cobertura del evento a través del poderoso aparato de News Corporation ( en el cine -con 20th Century Fox-, televisión -Fox-, cable y satélite -con las cadenas Sky británica e italiana-, prensa -'The Sunday Times' y 'The New York Post'-, revistas -'The Weekly Standard'- y la editora de libros -Harper Collins-.
Igualmente se ha utilizado para preparar el lanzamiento a internet a través de MySpace.com, una comunidad virtual que arrasa entre los jóvenes de EEUU, y el portal de videojuegos IGN.
Este nuevo mariachi tiene, como no podía ser menos, 3 miembros titulares y una cantante, y otros 4 suplentes para galas en pueblos y ciudades de menor población ya que las estrellas principales tienen agendas apretadas, no obstante en New York actuaron los titulares, elegidos por su sintonía con la FAES y para que la inicial de sus nombres coincidiera con tan importante Foro de Pensamiento.
Mariachi de Pepetitlán: miembros:
Federico Jimenez Los Santos (F)
Angel Acebes Paniagua (A)
Eduardo Zaplana Martinez-Soro (E)
Soraya Saénz de Santamaría (S)
Durante mas de 2 horas encandilaron al público, trasmitieron su profesionalidad, su buen hacer, F al guitarrón, A con el violín, Z con la trompeta y S cantando como los ángeles.
Despideron su actuación, después de tres bises, con LAS MAÑANITAS, jaleadas por un enfervorizado público que con banderitas mexicanas, norteamericanas y españolas no dejó de aplaudir durante toda la actuación.
Ha nacido un grupo que va a revolucionar el panorama musical, atento a las listas de éxitos.
Estrofa final:
Estas son las mañanitas que aprendimos en Madrid
Hoy con todo nuestro encanto las cantamos aquí.
Te queremos, Jose, te amamos con pasión
Escucha a estos cuatro pajaritos trinando
Ensalzando que sentimos por ti solo admiración
Y como te lo mereces te las dedicamos cantando
Desde lo más profundo de nuestro corazón.

Yo lo hice en 1991 y soy el socio S0047136
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