
viernes, 11 de mayo de 2007
Badajoz, se lo merece.

jueves, 10 de mayo de 2007
Avanti tutta

martes, 8 de mayo de 2007
Fotos nas Ruas em Estremoz

A cidade alentejana de Estremoz é «invadida» este mês com exposições de fotografia, espalhadas por espaços culturais, mas também pelas ruas e às portas das lojas, no decorrer de um certame dedicado à «Imagem».
O Vereador da Cultura e Vice Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Dr. João Carlos Rodrigues Fragoso Chouriço disse que a iniciativa está inserida num projecto autárquico designado por «Meses Temáticos».
Algumas exposições de fotografia estão nas ruas e às portas das lojas, para que as pessoas que habitualmente não vão às salas de exposição e aos museus também tenham hipótese de desfrutar das imagens.
Com o objectivo de «levar a imagem às pessoas», as exposições ao ar livre estão patentes na Rua 31 de Janeiro e no Rossio Marquês de Pombal, na área dos principais cafés da cidade. A intenção, explicou o autarca, «passa por levar as pessoas a percorrer a cidade para apreciar as imagens que estão expostas em diferentes espaços».
O «Mês da Imagem» conta com uma exposição fotográfica que inclui trabalhos do sétimo Prémio de Fotojornalismo, promovido pela revista Visão e pelo BES. O programa apresenta ainda actividades relacionadas com a educação pela imagem, num projecto que pretende fazer uma aproximação e contacto regular dos jovens alunos com a linguagem cinematográfica, sobretudo com o cinema português realizado por uma nova geração de cineastas.
Uma das actividades, «Europa em curtas para crianças», incluiu um programa de filmes de animação adequado a crianças a partir dos três anos, que pretende ser um testemunho da riqueza do cinema de animação europeu.
lunes, 7 de mayo de 2007
C´est la Democratie


jueves, 3 de mayo de 2007
Ségolène Royal. Présidente de la France

miércoles, 2 de mayo de 2007
Não gostamos de meninos gordos


A quantidade de energia ingerida superior à gasta pelo organismo é um dos factores que está na origem da obesidade, sublinha o Governo, que pretende apostar na prevenção e combate como uma prioridade política dos ministérios da Educação e da Saúde.
Em Portugal, cerca de 32 por cento das crianças entre os sete e os nove anos de idade tem excesso de peso e 11 por cento é obesa. Além disso, 24 por cento das crianças em idade pré-escolar apresenta excesso de peso e sete por cento obesidade, de acordo com dados do Ministério.
Na idade adulta, os dados são ainda mais preocupantes, uma vez que metade da população tem excesso de peso e 15 por cento é obesa, estimando-se que os custos directos da obesidade absorvam 3,5 por cento das despesas totais de saúde.
«Tornam-se necessárias acções de grande impacto mediático para alertar a população para a gravidade do problema, sendo também essencial encontrar e disponibilizar soluções» ao nível dos cuidados primários e hospitalares, lê-se no documento de apresentação.
O Governo reconhece ainda a necessidade de intensificar trabalhos de investigação científica e aplicada, mobilizando energias, recursos e meios, «nomeadamente nas instituições académicas e no Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, em articulação com centros de saúde e hospitais».
Com este instrumento, o Ministério da Saúde afirma que será possível diminuir e prevenir doenças crónicas de elevada prevalência como a diabetes e a doença cardiovascular, conseguindo ganhos na prevenção de outras doenças como cancro e doenças osteo-articulares.
Nesta plataforma colaboram representantes dos ministérios da Saúde, da Educação, da Economia, da Agricultura e da Associação Nacional de Municípios Portugueses, bem como de associações da sociedade civil.
Entre as acções a desenvolver está a tradução e divulgação da Carta Europeia de Combate à Obesidade e a edição da Carta Portuguesa. Carta Europeia de luta contra a Obesidade ( en inglés).
Controlar, através de proposta de lei, o perfil nutricional (quantidade de calorias, sal, açúcar e gorduras) dos alimentos produzidos pela indústria alimentar, bem como a informação contida na rotulagem das embalagens é outro objectivo.
Ao nível da prestação dos cuidados de saúde, deverão alguns centros de saúde desenvolver um programa experimental de consultas com médicos, nutricionistas, fisiologistas do exercício, psicólogos e enfermeiros.
No âmbito da plataforma, será também criado um módulo apropriado de aconselhamento no Centro de Atendimento Telefónico do Serviço Nacional de Saúde.
A plataforma propõe-se igualmente definir e promover um menu saudável, à semelhança do turístico, e atribuir um prémio aos estabelecimentos que o adoptem, através de um concurso anual.
Aos municípios pede-se que adoptem orientações em matéria de urbanismo promotoras da actividade física, prevendo nos Planos Directores Municipais (PDM) locais públicos para a prática de exercício, actividades físicas e desportivas, entre parques, passeios pedonais e ciclovias.
Criar gabinetes nos municípios com competências em matéria de alimentação que supervisionem a alimentação pré-escolar e escolar é outra medida preconizada.
Os obesos têm menos empregos, menos amigos e mais dificuldade em casar. As mulheres são as mais afectadas por uma exclusão que vem de todos os sectores da sociedade. O Ministério da Saúde apresentou esta quarta-feira uma plataforma para mudar comportamentos e combater a «epidemia do século».
A obesidade é uma doença com pesadas consequências sociais. Para além de todas as complicações físicas, a «gordura a mais» leva os outros a «pôr de lado» crianças, adultos, idosos, homens e mulheres. «As pessoas não gostam de gordos. São segregados pela sociedade» concluiu João Breda, nutricionista e coordenador da Plataforma Contra a Obesidade.
Na apresentação efectuada pelo responsável foram divulgados dados que ilustram a exclusão social de que os gordos são vítimas. A rejeição começa logo nos mais novos. Cerca de sete por cento das crianças, quando questionadas, recusam a ideia de ter um melhor amigo com excesso de peso. Também existem estudos que indicam piores resultados escolares entre os jovens com excesso de peso, assim como um menor acesso ao ensino superior.
Nas empresas os casos de exclusão também são comuns. Cerca de 80 por cento dos directores gerais de companhias do Reino Unido admitiram ter preconceitos contra os obesos e 93 por cento admitiram que, em igualdade de qualificações, dariam emprego a um candidato não obeso, em detrimento de um gordo.
«As atitudes negativas chegam a vir dos profissionais de saúde», salientou João Breda. A gordura atinge todos, mas o sexo feminino sofre mais na carteira. As mulheres obesas recebem, em geral, menos nove por cento do rendimento salarial e, como consequência, recebem três vezes mais apoios da Segurança Social e da Saúde.
Nas relações íntimas os dados comprovam o que muitos experimentam na pele. Ter um namorado ou um marido é mais difícil para os obesos. Os gordos têm menos 20 por cento de probabilidade de ter uma relação amorosa. A falta de auto-estima e a depressão são consequências directas. A obesidade «é um pesado fardo na auto-estima e sobre a vontade de viver», salientou o ministro da Saúde, Correia Campos.
Segundo o nutricionista João Breda, está instalado um novo paradigma social, em que os mais pobres têm maior risco de serem obesos, ao apresentarem piores hábitos alimentares e menor actividade física.
A obesidade tem consequências mais graves para as mulheres, para os que são obesos desde crianças e para aqueles que são mais gordos. A epidemia que, para Correia Campos é uma doença «evitável», é também responsável por dois a oito por cento dos custos de Saúde e por 10 a 13 por cento da mortalidade em diferentes países da Europa.
lunes, 30 de abril de 2007
Doña Rosa sostenella y no enmendalla

domingo, 29 de abril de 2007
La Fiesta del Trabajo Nazional

A justiça social, o combate ao capitalismo selvagem, mas também o combate à luta de classes, são "bandeiras" que os Nacionalistas reclamam para si. Nessa medida, a nossa jornada não é sectária, mas integral.
jueves, 26 de abril de 2007
¿Quién dijo miedo?
Uno se queda patidifuso, pasmao, onnubilado y mirando para Coria ( con permiso de los caurienses) al encontrarse en estas redes malignas - las controla el Diablo - cosas como la que hace de entradilla en este comentario. No se trata de una boutade, ni de una pasada mañanera con las copitas de Ojén, o darle al aguardente bagaçeira más de la cuenta, no, se trata de una realidad emanada de un pío y santo centro del Saber Ilustrado como es la Universidad Católica San Antonio de Murcia, lugar al que hay que llevar a los hijos que están en edad de aprender porque de allí, a un módico precio, te salen tus hijos no solo formados y titulados sino con un puesto de trabajo asegurado para toda la vida. De tan sacro y pío lugar tan solo salen personas dignas, honestas, formadas, capacitadas y llamadas a la GLORIA.
Un baranda de la prestigiosa Université, llamado el pavo por más señas, el muy insigne, docto, muy pío y santo Doctor Don José Abellán Alemán, Catedrático de Riesgo Vascular, ha largado sin cortarse un pelo que: "las mujeres que trabajan incrementan el riesgo de infarto de sus parejas", se sobreentiende que son parejas de las de toda la vida, casadas, bendecidas, sumisas, amantísimas, las otras - esas extrañas - no cuentan, que cosas tiene usted ,del nefando pecado nada de nada en ese centro sacro del saber.
El nota, después de haber largao, se ha quedado tan ancho y ha explicado a los parroquianos y usuarios de tan afamada Universidad (muito Católica toda ella) que "la competitividad en la pareja es un factor de riesgo" y como es muy espabilado y docto, aclaró a tan selecto, fino y pío auditorio que se trata de un estudio realizado por la insigne Doctora Alonso (que salvo que sea Carmelita Descalza o Calzada con sandalias Gorila, aquellas que duraban toda la vida- estas al estar casadas con el Señor no tienen ese riesgo-, o esté solteira) y que la susodicha Doctora va a leer, en breves fechas, en la UCAM (así se abrevia tanto ringorrango), el fruto de sus desvelos, horas de estudio e investigación. La finalidad del precitado pío y santo estudio ha estado centrado en el sentimiento religioso y la conflictividad en la pareja, bajo la supervisión del Doctor Don José Abellán Alemán.
Para evitar equívocos el nota se despacha espetando al pío auditorio que: "para que el hombre esté sano su mujer debe quedarse en casa" ( me extraña que la mujer del Nota, si es casado, esté en casa salvo que sea numerario de la OBRA) y añade unas gotitas de perlas cultivadas - de esas buenas (no las que te compras en Mallorca y son de chichi-nabo) que te quedan el cuerpo cortado. Ojo al Nota:
- "Lo que más protege al hombre de riesgos cardiovasculares es estar casado con una mujer que tenga dinero, cierto nivel de estudios y que no trabaje fuera de casa".
- "Esto es así porque ese sentimiento religioso (no lo sabía, si es que haber estudiado en la Extremadura University no mola frente a lo que se aprende en esa Universidad Católica) aumenta la secreción de endorfinas y de neurotransmisores que combaten la ansiedad y reducen el riesgo de infarto".
Abreviando, que es gerundio, el peazo de Catedrático afirma, solemnemente, que el objetivo de tan encomiable estudio de la Doctora Alonso es el de poder difundir y presentar los avances que hay en la evaluación, detección, control y en la asistencia (¿espiritual o letrada al detenido?) de los pacientes cardiovasculares. A tan magno evento están invitadas todas las fuerzas vivas de la Comunidad Autónoma de Murcia (prelados, cancilleres, boticarios, catedráticos, nuncios apostólicos, altos mandos militares de tierra, mar y aire, constructores de urbanizaciones, altos ejecutivos y empresarios de tronío de la huerta) y de parte del territorio nacional y de una nutrida representación de los Estados Pontificios. En total 91 ponentes largarán sobre el tema de marras, de los que la mitad son de Murcia y la otra mitad de fuera ( por aquello de la Ley de la Paridad).
El baranda despidió tan magna presentación diciendo que: "los países mediterraneos han sido siempre los que más baja tasa han tenido en la incidencia de las cardiopatías isquémicas (vamos que te de el yu-yu) porque son los que han tenido una dieta, un estilo de vida, unas costumbres muy sanas, pero que se han ido perdiendo y que es necesario recuperar". En Murcia y en España se ha perdido la dignidad, el saber estar, la educación, las buenas maneras, la sumisión, el amor conyugal, y estar con un pavo hasta que la muerte los separe, pero cuidado, está prohibido trabajar porque te cargas al marido y eso no está nada bien.
Uno no sabe si cortarse las venas o dejárselas crecer, ante tanto ilustrado y culto prócer, pero la verdad es que a algunos parece que las neuronas les practican slalom gigante dentro de su cerebro.
Lo dicho, Don José Abellán Alemán y su aplicada alumna la Doctora Alonso, marcarán un antes y un después en esto del curro femenino, toditas a casa o al club hípico, para no darle disgustos a su maridito.
Pa vernos matao.
Salazarismo hasta en la sopa

Nunca se estrenó en Lisboa, se cayó, como era obvio, de la programación de la EXPO 98 de Lisboa, y a pesar de los intentos de llevarla a la capital por razones muy evidentes este proyecto nunca cuajó. Este nuevo intento cuaja ahora, parece que el encargo de estrenarla en Lisboa se hizo hace más de un año antes de este nuevo revivival que sobre la figura de Salazar azota todo Portugal, y tiene el éxito asegurado al tener la publicidad gratuita que sobre el Dictador existe en la actualidad.
La prensa nacional española ya recogió el evento Manuel Martínez Mediero a El País , al igual que la propia portuguesa Martínez Mediero y José Carretas. Lo importante es que la obra sirva para refrescar la memoria a un desmemoriado pueblo que parece tener "saudades" del viejo Dictador Salazar, confío en que el surrealismo y la verdadera cara de innombrable (estoy harto de él) estén bien representados en la obra, cargada al parecer de fina crítica y acidez sobre la figura del fulano, como muestra la imagen de la fotografía superior en la que Cándido Gómez (el de la Candi2) vestido de Franco y Salazar cantan el himno nacional mezclado con el anuncio histórico del Cola Cao, aquel que era para desayunos y meriendas, lo tomaba el futbolista para meter goles, o era aquel negrito del África tropical que alegremente la cantaba.
Sirva esta obra, eso espero, para enterrar como decía Unamuno, con cien candados el sepulcro y la memoria de tan siniestro personaje.
Suerte y que así sea, pero que nunca sirva para desenterrar viejos saudosismos de un pasado que hizo que Portugal estuviera anclado en el atraso, la ignominia, la mentira, las guerras coloniales que desangraron varias generaciones de jóvenes, la tortura, la cárcel y la opresión de un régimen despótico dirigido por un beato pueblerino y obtuso.
martes, 24 de abril de 2007
Hoy es 25 de abril

lunes, 23 de abril de 2007
Allez Segolene Royal

Congratulo-me com o resultado alcançado por Ségolène Royale na primeira volta das eleições presidenciais francesas. Acompanhei a sua candidatura desde o início, quando era apoiada por um movimento de cidadãos que rapidamente se estendeu a toda a França e lhe permitiu depois alcançar o apoio do PS e dos milhares de novos militantes que se inscreveram para nela votar.
sábado, 21 de abril de 2007
Información y deslocalización

viernes, 20 de abril de 2007
República Islámica de Irán

Los que viven en casas de cristal, no deben tirar piedras. Me ha quedado flipado con esta frase, pronunciada en inglés por un diplomático iraní en respuesta a las acusaciones de un homólogo canadiense durante una sesión del Consejo de Derechos Humanos de Naciones Unidas. Éste último había denunciado violaciones a la libertad de expresión, de reunión pacífica y de persecución de minorías religiosas en Irán. Pero donde las dan, las toman. El funcionario iraní se expresó sin restricciones diplomáticas y acusó a Canadá de violaciones "masivas y sistemáticas" de los derechos humanos de sus indígenas, en especial mujeres, y de los actos de tortura de sospechosos de actividades terroristas. Caralho con los ayatolás y su basca.
Los derechos humanos son un asunto esencial en la llamada agenda política mundial. Diez de cada nueve discursos pronunciados por personalidades y personajillos del mundo de la política se enredan en la bandera de su protección y difusión. Incluso el mismo Bush lo utiliza para justificar la agresión contra Irak con el objetivo, según él, de llevar la antorcha de la democracia, cual Estatua de la Libertad, hasta los más oscuros rincones del planeta. Pero entre el informe del estado de los derechos humanos en el mundo emitido por los EEUU y el emitido por China, media un abismo de violaciones maquilladas según los intereses nacionales y datos que no aguantarían una auditoria internacional imparcial.
Todos vivimos en casas de cristal. Nadie está libre de pecado. Sin embargo, existen países que por su ejemplar comportamiento, no exento de fallos, tienen altura moral para denunciar comportamientos violatorios en otros Estados. Canadá es, sin duda, uno de ellos. Es la nación que más asilados y refugiados políticos ha acogido, con una generosidad no vista en otras latitudes. Ese dato, por sí mismo, concede a Canadá el lujo de poder erigirse en portavoz de una comunidad internacional que se nutre no sólo de análisis diplomáticos sino de las informaciones aportadas por fortísimas organizaciones no gubernamentales, del tipo de Amnistía Internacional.
Irán, mientras tanto, es un país sin separación entre religión y Estado, intolerante con otras religiones, con un presidente que niega el holocausto judío, que anhela ver destruido un Estado como Israel (verdugo a su vez de los derechos humanos de los palestinos, como ha confirmado el último informe del relator especial de la ONU para la zona), y que se empeña en continuar con su programa nuclear contra la opinión de la comunidad internacional.
Todos vivimos en casas de cristal. Lo esencial es que el vidrio esté limpio y deje pasar la luz, para que todos veamos lo que pasa en el interior.
jueves, 19 de abril de 2007
33 años de claveles rojos
Nadie mejor que Fernando José Salgueiro Maia, encarna la imagen de un día que quedó grabado en todas nuestras retinas. Nadie mejor que el encarna la figura de los capitanes de abril, al frente de una columna de viejos tanques y vehículos acorazados que partió la madrugada del 25 desde la Escuela Práctica de Caballería de Santarém, cercó en el Terreiro do Paço (sede de los Ministerios) al Gobierno y consiguió, al final de aquella tarde, que Marcelo Caetano se rindiera, en el Cuartel do Carmo, de la Guardia Nacional Republicana. Salgueiro Maia Com tudo isso, a Revolução dos Cravos pôs fim ao isolacionismo a que Portugal estava condenado há já vários anos e ajudou ao nascimento de novos países independentes. Constituindo-se o movimento pioneiro de enormes transformações democráticas em todo o mundo e demonstrando que as Forças Armadas não estão condenadas a ser um instrumento de opressão, podendo, pelo contrário, ser um elemento libertador dos povos.
Democratizar, Descolonizar e Desenvolver foi o lema que então fez regressar Portugal ao fórum das nações livres e amantes da paz.
Ao cumprir todas as suas promessas, os capitães de Abril transformaram o seu acto libertador numa acção única na História da Humanidade. Disso se orgulham, nisso se revêem. Porque se não pode apagar a memória, porque importa ter presente a razão de ser do 25 de Abril, a A25A, assumindo-se como herdeira dos que tudo arriscaram para a libertação dos seus concidadãos, convida-o a conhecer a História desses acontecimentos.
martes, 17 de abril de 2007
Campanha do Governo «insulta» trabalhadores


O socialista Manuel Alegre criticou hoje a campanha de promoção televisiva do programa do Governo «Novas Oportunidades», considerando que insulta os trabalhadores com poucos estudos e as profissões que exigem menos habilitações literárias.
A campanha de promoção ficciona o que seria a vida de personalidades como o treinador de futebol Carlos Queirós e a estilista Maria Gambina se não tivessem estudado, mostrando o primeiro a limpar um estádio e a segunda a trabalhar numa lavandaria.
«O pior é quando me ponho a pensar onde podia ter chegado. Se ao menos tivesse continuado a estudar...», afirmam, em tom de lamento, nos respectivos vídeos, as várias figuras públicas, surgindo em seguida a frase «Aprender compensa».
Em comunicado, divulgado hoje na página da Internet do Movimento de Intervenção e Cidadania (MIC), Manuel Alegre enalteceu o programa que pretende qualificar um milhão de portugueses até 2010, mas disse não compreender «a estratégia de comunicação adoptada» para o promover.
«Apresentar um conjunto de figuras conhecidas no papel de perdedores porque não acabaram os estudos é um insulto a todos aqueles que, pelas mais diversas razões, não possuem outras habilitações que não sejam a sua competência e o seu desempenho profissional», contestou Alegre.
«Uma coisa é defender uma segunda oportunidade em educação, outra é denegrir profissões apresentadas nesta campanha como desqualificantes. É uma questão de dignidade», acrescentou o presidente do Conselho de Fundadores do MIC, o órgão consultivo do movimento, e deputado do PS.
Manuel Alegre concluiu o comunicado declarando que «trinta e três anos depois do 25 de Abril, o culto do sucesso pelo sucesso não pode levar ao insulto a todos aqueles que realizam com brio e dedicação o seu trabalho, seja qual for a profissão que exerçam».
[17-04-2007]
O programa “Novas Oportunidades” que o governo está a levar a cabo é uma iniciativa positiva. A preocupação com a qualificação dos portugueses é legítima e as medidas para a elevar são bem-vindas. O que não se compreende é a estratégia de comunicação adoptada para defender o programa. Apresentar um conjunto de figuras conhecidas no papel de perdedores porque não acabaram os estudos é um insulto a todos aqueles que, pelas mais diversas razões, não possuem outras habilitações que não sejam a sua competência e o seu desempenho profissional.
lunes, 16 de abril de 2007
Urbanizar y joder el campo.


A finales del siglo XX una nueva ola de emigrantes provenientes de todos los rincones del planeta llega a suplir el déficit de mano de obra. Ellos son los nuevos campesinos, son los nuevos peones y gañanes, los nuevos temporeros que producirán grandes beneficios a los empresarios. Los inmigrantes son los impulsores del tan mentado "milagro español", del renacer económico del campo que en algunas regiones gracias a las exportaciones deja millonarias regalías. Los siervos aumentan la producción a un bajo coste aunque la tierra se quede estéril al quemarla con tantos agroquímicos y pesticidas. Lo principal es que trabajen a destajo y recojan la cosecha en tiempo record, que produzcan, que hagan horas extras, como indocumentados, mejor, pues eleva la plusvalía y se le resta un porcentaje de ganancias a la seguridad social. Se precisan más camareros que atiendan los restaurantes, más sirvientas en los hoteles, más prostitutas sudamericanas o de los países del este en los clubes de carretera, más subsaharianos para el Maresme y más moritos en el Ejido o en el campo de Murcia, más ecuatorianos en las fresas de Huelva y, los que sobren, para las obras publicas o la industria de la construcción porque así lo exige la ley de la oferta y la demanda. Y sin olvidarnos del primer mandamiento: santificar el trabajo. De la casa a la fábrica o al campo, es igual y luego a descansar unas horas frente al televisor para mañana temprano frescos rendir al máximo. Este es el futuro que nos espera: una generación de seres fríos y calculadores, con un pensamiento pragmático que los glorifique.
Vara. Presidente

Cada vez más cerca.
Día a día, cada vez quedan menos, se va acercando la hora de que la ciudadanía exprese en las urnas su voluntad, libre y democrática, para que Extremadura avance, siga forjando su futuro, aproveche todas y cada una de las energías y sinergias para construir una sociedad más justa.
Los plazos del inexorable, del que pasó, de aquel que no se detiene, deshoja los números del calendario, pasan mañanas, tardes y noches, Guillermo continúa aprendiendo, oyendo, escuchando, sintiendo lo que los ciudadanos pretenden, piensan y desean. Nadie más próximo que él, nadie más receptivo que él, anota al finalizar la jornada - en su cuaderno de bitácora - las mil y unas sensaciones que percibió. Lo que le susurró al oído una mujer enferma, un joven con ilusiones, un autónomo al que le cuesta ver que se negocio funcione, una ama de casa cansada de cuidar niños, un modesto agricultor que ve que el fruto de su trabajo vale 200 veces más de lo que a él le pagan, en suma, esa proximidad, esa mezcla de paisaje y paisanaje que hace que los ciudadanos cada día se sientan más seguros de que el 27 de mayo, como cantaba Victor Jara, no se trata de cambiar a un Presidente, será el pueblo quién siga construyendo una EXTREMADURA DIFERENTE.
Muchó se andó, mucho se cambió, mucho mudó, todo se hizo desde la nada en esta tierra, ahora se abren NUEVOS TIEMPOS, se recoge la cosecha sembrada hace más de 24 años, con la explosión de la primavera llega ese tiempo de confianza, ese despertar de los sentidos, esa eclosión de la vegetación, nace como las floridas ramas de nuestros cerezos en flor: el tiempo de Guillermo.
Esa mezcla de rosas rojas, unidas a nuestro siempre presente: yunque, libro y pluma, nos llevarán a que en el último domingo de mayo se produzca la eclosión de la primavera.
Ahora más que nunca es necesario implicarse, sumar esfuerzos, aunar voluntades y arrimar el hombro.
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